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Juazeiro com voo para Fortaleza

00:00 | 03/05/2019

A Prefeitura de Juazeiro do Norte agiu para viabilizar uma rota aérea para Fortaleza. O prefeito José Arnon (PTB) e o time da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Inovação procuraram a empresa Rota do Sol e conseguiram um paliativo. Segundo o secretário Michel Araújo, a partir do dia 13 haverá voos às segundas, quartas e sextas-feiras. FOR - JDO às 9 horas saindo do aeroporto velho ( terminal antigo). Já o caminho de volta (JDO-FOR) será às 18 horas. São 18 poltronas. Cada perna por R$ 950,00. Segundo ele, com zero recurso do contribuinte. "Foi apenas a articulação".

Hoje, para sair de Fortaleza para Juazeiro do Norte, é possível de jato. A Azul faz a viagem por R$ 3 mil. Pega-se um avião em Fortaleza às 13h50min com destino a Campinas (Viracopos). São 3h30min de voo. Depois de uma espera de pouco mais de cinco horas, decola-se para Juazeiro, às 22h35min. A chegada está prevista 1h30 de amanhã, após 2h55 min. Em tempo: Arnon (levando o filho deputado federal Pedro Bezerra junto) e o time da Secretaria vão a São Paulo ter com Azul, Latam e Gol nos dias 9 e 10.

Enquanto isso, a Guanabara mira na janela sem a concorrência da Avianca na rota Fortaleza-Juazeiro do Norte-Fortaleza. Quando operava a frequência diária, a companhia aérea praticava preço ali na casa dos R$ 180. Já a Guanabara entre R$ 70 e R$ 100. Conforme os horários, a empresa oferecida promoções. O passageiro do aéreo quer leito.

Assim, a Guanabara está focada em reforçar a oferta neste segmento. Está deslocando mais ônibus. São cinco horários em cada sentido, com cerca de 180 passageiros a mais em cada destino. Nos ônibus de dois andares (double deck) são 12 assentos de leito em baixo e 48 assentos executivos em cima. Não só. A empresa está investindo em mimos.

A Guanabara sabe que a janela tem limite. Logo uma empresa aérea de grande porte deverá mesmo ocupar o vácuo da Avianca. De jato, são 50 minutos. De ônibus, deveriam ser 7 horas. Não são por conta dos buracos na estrada. Chega a 8,5 horas. Aliás, estradas ruins no Ceará, mas bem piores no Maranhão e no Pará, onde a empresa também roda.

 

FLORES DE ABRIL NAS VENDAS DE VEÍCULOS

O mês de abril não foi estanque para a indústria automotiva. Conforme o balanço do mês divulgado pela Fenabrave (a associação das concessionárias), o setor teve 221.321 emplacamentos de automóveis e comerciais leves no período. Foi um recorde em 2019, com crescimento de 10,92% ante março. Versus abril do ano passado, alta de 5,42%. No pódio, nenhuma alteração: Chevrolet Onix, Hyundai HB20 e Ford Ka lideram. Mas, o fenômenos Ônix segue a brilhar. O compacto impôs quase o dobro de unidades emplacadas frente ao vice. Completando o primeiro pelotão, o Renault Kwid e o Volkswagen Gol retornaram ao topo dos cinco mais. Têm mais de 7 mil unidades cada.

A LÂMINA DO MEC

Em Pernambuco, três instituições federais já experimentam a lâmina do MEC. As universidades federais de Pernambuco (UFPE), Rural de Pernambuco (UFRPE) e do Vale do São Francisco (Univasf) falam em redução de 30% nos repasses previstos para este ano. Ontem, a UFPE, anunciou ter sofrido o bloqueio de R$ 55,8 milhões por Brasília. Na UFC a facada também deverá fazer espirrar dinheiro do orçamento

SABÃO NO HORIZONTE

Em junho, no mais tardar julho, deve ser inaugurada fábrica da marca pernambucana de sabão e detergente Brilux, do Grupo Raymundo da Fonte. Começarão produzindo sabão em pó. O presidente da Agência de desenvolvimento do Ceará (Adece), Eduardo Neves, esteve com a direção da empresa na terça-feira. Estive com eles na terça. "Estão na fase de obter as licenças públicas, com Bombeiros e Semace, por exemplo". Já produz em Pernambuco, Bahia, Pará e Rio de Janeiro.

CONTRA-ATAQUE DO LEÃO

"Bem que eu queria que a gigante cearense patrocinasse os times daqui e não os de fora". O lamento é do presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, ao ver que o cearense Hapvida anunciou patrocínio do Corínthians. Leão e Vozão são adversários do Timão.

Jocélio leal