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NOTÍCIA

Rejuvenescer sem denunciar intervenções

01:30 | 20/05/2019

A atriz Renée Zellweger, do filme Diário de Bridget Jones, virou praticamente outra pessoa, em busca da juventude eterna. A estrela exibe hoje boca e as bochechas desproporcionais às demais áreas do rosto.

A ritidoplastia, cirurgia do rejuvenescimento facial, por alguns anos, foi relegada a segundo plano por resultados insatisfatórios e pela invasão dos tratamentos sem bisturi, como: preenchimentos, toxina botulínica (Botox), laser, dentre outros.

Hoje, voltou a ter muito destaque com a evolução e utilização de técnicas associadas e introdução do conceito de reposição de volume da face. É uma visão tridimensional do rosto, onde os cirurgiões plásticos enxergam não só as rugas, mas também a perda do volume, causada pelo envelhecimento ou por grandes emagrecimentos.

O cirurgião plástico Ageu Brasil (CRM 3578 / RQE 3085 ) diz que o tratamento cirúrgico da face deve ser realizado de modo que não se deixe aparecer alguns pontos que denunciem a cirurgia ou que deixem a face estigmatizada, tais como: região frontal alongada ou testa alta (a tração da pele pode eleva muito a linha anterior do cabelo), supercílios muito elevados (sobrancelhas muito altas) e tração exagerada do canto da boca.

Os cirurgiões plásticos hoje se preocupam com o envelhecimento da pele que apresenta desidratação, rugas e sulcos, solucionando a perda do volume do rosto, além de encontrar uma saída para a atrofia dos tecidos que faz com que a face ganhe uma aparência que "secou".

Aqui é que entram as técnicas associadas, a toxina botulínica, os preenchedores e os lasers e radiofrequências, lipoenxertia (enxerto de gordura). O tratamento pode ser global e, dependendo de uma avaliação prévia do cirurgião, pode se utilizar de procedimentos sem bisturi para potencializar os resultados de rejuvenescimento. O resultado é a naturalidade dos procedimentos e cirurgias.

Entrevista

Conheça o Biolipídeo B2, primeiro produto brasileiro com patente nos EUA para tratamento de disfunção hormonal, através de nanoemulsão transdérmica de ultra absorção. E quem conta tudo para nós é a farmacêutica phD Dinalva Queiroz, diretora técnica do Grupo Evidence que foi agraciada, este ano, com a maior honraria concedida pelo Conselho Regional de Farmácia (CRF - CE), a Comenda do Mérito Farmacêutico. O vetor transdérmico é uma marca registrada de propriedade da Holding Evidence. Atualmente, é de uso exclusivo das empresas do grupo, não sendo comercializado.

O POVO - O que é Biolipídeo B2?

Dinalva Queiroz - É um sistema nanoestruturado transdérmico para entrega de fármacos, produzido exclusivamente pela Farmácia Evidence. É o primeiro produto brasileiro com patente nos EUA, garantindo replicabilidade padronizada para cada produto final customizado.

OP - Quando surgiu essa tecnologia?

Dinalva - A tecnologia transdérmica de fármacos (Transdermal Drug Delivery Technology), surgiu nos EUA na década de 1950 e, em 1979, teve o seu primeiro fármaco autorizado pelo Food and Drug Administration (FDA) para utilização em humanos. Seu impulsionamento se deu pelo sucesso da administração de nicotina, para tratamentos contra o tabagismo.

OP - Quais os diferenciais da produção na Evidence frente ao mercado?

Dinalva - O Biolipídeo B2 foi minuciosamente caracterizado em relação às suas propriedades físico-químicas e ao seu perfil de escala de tamanho. Mostra em todos os estudos e métodos de análise aplicados uma completa compatibilidade com a pele humana e um resultado terapêutico superior a qualquer outro produto ofertado no mercado.

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