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Empresa cearense cria óculos de madeira com foco na sustentabilidade

06:12 | Set. 14, 2021
Autor O Povo
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O Povo Jornal
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Tipo Publieditorial

FecomercioSP: despesas básicas das famílias aumentam 33% em 12 meses

Economia
15:28 | Ago. 31, 2021
Autor Agência Brasil
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Tipo Notícia

Levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que a média de preços das despesas básicas das famílias, com os principais alimentos, combustíveis e residência, aumentou 33% no país, nos últimos 12 meses. 

A cesta de despesas básicas é composta por itens como arroz, feijão-carioca, carnes, frango inteiro, leite longa vida, óleo de soja, gás de botijão, energia elétrica residencial, gasolina, etanol, óleo diesel e gás veicular.

A FecomercioSP avalia que a inflação não concentrada e o fato de esses serem produtos essenciais para a alimentação tornam ainda mais difícil para os consumidores economizarem. De acordo com o levantamento, entre março de 2020 e julho de 2021 – período de pandemia –, o avanço médio dos preços no Brasil, para esta cesta específica, foi de 30,3%.

No mês de julho, a cesta de despesas básicas das famílias influenciou 18% no orçamento das residências, o que significa que a cada R$ 20 gastos com despesas básicas no mesmo período do ano passado, equivale agora a quase R$ 27.

Quando se observa a participação das despesas com esses itens em relação ao total, há variação conforme se consideram as faixas de renda. A lista de despesas básicas representa 31,1% do orçamento de quem recebe até dois salários mínimos; 20% do orçamento para quem ganha de dois a dez salários mínimos; e 11%, na classe mais alta, com rendimento de 25 salários mínimos.

Entre os estados, o Piauí tem a cesta mais cara, equivalendo, em média, a 32% do total das despesas das famílias, mas podendo chegar a 43,3% do orçamento de famílias de baixa renda.

Quando a região apresenta renda média mais alta, como são os casos de Distrito Federal, São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro, a participação das despesas básicas no orçamento da família fica no intervalo entre 14,3% e 19,5%. Na classe mais rica do Distrito Federal, por exemplo, com mais de 25 salários mínimos, o porcentual das despesas com os itens básicos de consumo equivale a 9,3% do rendimento do trabalhador.

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Especialistas estão mais otimistas com a economia após avanço da vacinação

ECONOMIA
10:46 | Ago. 25, 2021
Autor Beatriz Cavalcante
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Tipo Notícia

As perspectivas para o cenário econômico nacional estão mais otimistas após o avanço da vacinação no Brasil. 

 

O levantamento é da 44ª edição da pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE), referente aos meses de julho e agosto, realizada em parceria entre a Fecomércio-CE e o Conselho Regional de Economia (Corecon-CE).

Conforme o resultado, o número de variáveis analisadas com otimismo foi maior que o da pesquisa anterior. 

Para entender a pesquisa, há uma pontuação dos fatores avaliados que vai de 0 a 200 pontos. Assim, abaixo de 100 pontos configura-se situação de pessimismo e acima desse valor já é considerado otimismo.

Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral.

Neste cenário, os índices de percepção geral (97,4 pontos) e presente (86,6 pontos) apresentaram redução no pessimismo enquanto o índice de percepção futura (108,1 pontos) registrou otimismo.

Ao todo, foram cinco variáveis analisadas com otimismo: cenário internacional (170,3 pontos); evolução do PIB (169,3 pontos); nível de emprego (129,7 pontos); oferta de crédito (126,2 pontos) e taxa de câmbio (107,4 pontos).

Por outro lado, o número de variáveis percebidas com pessimismo foi inferior ao da pesquisa anterior, totalizando quatro: gastos públicos (51,5 pontos); salários reais (51,5 pontos); taxa de inflação (41,6 pontos) e taxa de juros (28,7 pontos).

Em relação à soma das variáveis, o índice de percepção geral passou de 77,3 pontos para 97,4 pontos, uma redução de 26% no pessimismo em relação à pesquisa anterior.

Sobre o comportamento futuro das variáveis, o levantamento mostra melhora nas expectativas, com o índice entrando na zona do otimismo, alcançando 108,1 pontos. Vale reforçar que a percepção sobre o desempenho presente mostrou redução no pessimismo, de 38,0%, alcançando 86,6 pontos.

Na conclusão da pesquisa, avalia-se que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras.

Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um apenas tempo causa e consequência do comportamento econômico.

Entenda o levantamento

De periodicidade bimestral, a pesquisa colheu de julho a agosto as expectativas de 103 especialistas em economia.

A amostra reúne profissionais de diferentes setores da economia cearense: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços.

São economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas que dão suas percepções sobre a economia nacional e seu andamento.

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Radar do Comércio
16:28 | Ago. 24, 2021
Autor O Povo
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Faturamento do turismo nacional tem queda de 3,1% no primeiro semestre

Economia
13:03 | Ago. 20, 2021
Autor Agência Brasil
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O faturamento do turismo nacional alcançou R$ 1,9 bilhão no primeiro semestre do ano, registrando queda de 3,1% com relação ao mesmo período do ano passado. Em junho o setor faturou R$ 10,2 bilhões, representando uma alta de 47,3% na comparação com junho de 2020. Segundo o Conselho de Turismo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), responsável pelo levantamento, o valor atual ainda é 26,3% menor do que o registrado no mesmo período de 2019, quando não havia pandemia.

De acordo com os dados, a atividade que mais contribuiu para a redução do faturamento no primeiro semestre foi o transporte aéreo, com queda de 16,2%, pressionando o resultado em -4,23 pontos percentuais. No sentido contrário, o transporte terrestre (intermunicipal, interestadual e internacional) teve alta de 8,2% e 1,48 ponto percentual de impacto no desempenho geral.

Quando comparado ao período anterior ao da pandemia, o levantamento mostrou que, com o faturamento R$ 3,6 bilhões abaixo do registrado até então, cinco dos seis grupos analisados ainda estão no negativo e não se recuperaram totalmente. As maiores quedas foram observadas nos grupos transporte aéreo (45,2%), serviços de alojamento e alimentação (29,7%) e atividades culturais, recreativas e esportivas (25,3%).

Para a presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP, Mariana Aldrigui, embora os números ainda sejam negativos, é perceptível a relevância do turismo doméstico de lazer se ampliando e compensando, mesmo que discretamente, a demora no retorno de viagens de negócios e eventos, além das vendas de viagens internacionais.

“Será muito importante que os empresários do setor desenvolvam estratégias de divulgação, promoções e fidelização de clientes para que o turismo doméstico se mantenha como item constante no orçamento das famílias”, disse.

Para a FecomércioSP, a expectativa é a de que a redução das restrições e o avanço da vacinação proporcionem, no segundo semestre, um ritmo maior na retomada do setor. “Importante ressaltar, contudo, que esta volta à normalidade depende do respeito aos protocolos de distanciamento, de higienização e utilização de máscaras. Além disso, a vacinação deve ser incentivada, pois é uma das variáveis essenciais para o retorno seguro”.

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FecomercioSP: novo texto da reforma traz melhorias, mas ainda precisa de mudanças

ECONOMIA
14:01 | Ago. 17, 2021
Autor Agência Estado
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A nova versão do texto da reforma tributária, apesar das melhorias em relação ao texto original encaminhado pelo governo, ainda necessita de alterações, avalia a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). A entidade, que se manifesta mais uma vez contrária à aprovação do Projeto de Lei (PL) 2.337/2021, conhecido como "segunda fase da Reforma Tributária", pontua que o texto provocará aumento da carga tributária, com a possibilidade de chegar a 40,4%, em 2022. Na previsão da Federação, em cenário otimista de redução da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), a carga alcançaria 39,2%, "além de trazer inseguranças aos empresários e investidores".
A votação do texto está prevista para ocorrer nesta terça-feira. A maior mudança em relação às versões anteriores é a alíquota do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), que passa a ser de 6,5% a partir de 2022. Inicialmente, a promessa do relator da proposta, Celso Sabino (PSDB-PA), era de 5%, em 2022, e 2,5%, a partir de 2023. O texto também prevê a redução de até 1,5 p.p da alíquota da CSLL, atualmente em 9%, e que passaria a ser de 7,5%, a partir de 2022.
Segundo a entidade, para atender às reivindicações dos Estados e municípios preocupados com a perda da arrecadação, o relator tem realizado ajustes na alíquota do IRPJ que resultam em grande insegurança às empresas, já que a redução prometida à pessoa jurídica para 2,5% não se concretizou. Nas simulações feitas pela Federação, no caso das empresas enquadradas no lucro real, apenas se a empresa distribuir na faixa de 50% ou menos dos lucros haverá redução da carga tributária, conforme defende o relator.
"Vale ressaltar que as empresas enquadradas no lucro real, e que se beneficiariam, representam uma pequena parcela do total", destaca a FecomercioSP.
Com a alteração dos critérios de isenção do IR sobre a distribuição de lucros e dividendos, a entidade aponta que as empresas enquadradas no lucro presumido e que ultrapassem o limite de faturamento anual de R$ 4,8 milhões serão fortemente prejudicadas pela reforma, com significativo aumento da carga tributária de mais de 10 p.p., de acordo com simulações realizadas. Além do prejuízo, a Federação sugere que as empresas seriam desestimuladas a crescer, já que enfrentariam um aumento abrupto e significativo da carga tributária ao ultrapassar a faixa limite de isenção.
Apesar das alterações em relação ao texto original, a FecomercioSP analisa que a proposta está distante do que considera como premissa obrigatória: simplificar o sistema tributário sem implicar em aumento da carga tributária.
A Federação, então, reitera a necessidade de aprovação prioritária de uma Reforma Administrativa, de forma ampla, e que contemple a revisão dos custos do Estado e os devidos ajustes financeiros, sem a elevação da tributação.

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