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Me dou conta no ponto de ônibus que eu ainda o amo, sentir o seu cheiro ao passar pela porta da academia, atravessar a rua lembrando com pesar do seu afago. Todas essas sensações, me matam e me revivem na mesma sintonia de forma brusca e intensa.

Meu peito deseja a sua voz, o seu perfume, o seu toque e as suas migalhas. E eu luto para ele desistir e me deixar seguir sem sequelas suas, porque você já extrapolou, fez demais, perdeu todas as chances. Ponto! Mas eu te amo. E te amar me adoece.

Me adoece pensar que não importa o que eu faça, nada fica por cima do afeto que o meu peito dedicou a ti, nada submerge e se salva do nosso naufrágio. Reaprender a viver sem você é vazio e o vazio me ensurdece e prejudica os demais sentidos. A sensação é que não faz sentido não existir um nós. É como se fosse uma falha na matriz, sabe? Um delírio coletivo onde só eu sinto e pesa somente sobre os meus ombros e o meu mais íntimo eu.

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