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Monólogos

Eu amo monólogos, quanto mais chato, pessoal e intrínseco, melhor. Momentos onde os personagens param e remoem seus traumas, anseios e desejos num canto, enquanto mil coisas ocorrem ao redor. Contradições de ideias que mostram os mundos que ocorrem, o interior e o exterior a nós mesmos. Essa semana eu tive um monólogo, suponho que o mais intenso até então, é quase impossível descrever o quanto briguei com amigos que tinha certo rancor. Mas, no final, não ofendi ninguém, aliviei minhas raivas e angústias, imaginei futuros e contei histórias do homem orgulhoso que pretendo me tornar. O que muitos chamariam de loucura de um desocupado eu denominei de alívio, pois o pensamento é uma das melhores formas de escapes usadas atualmente.

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