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Meu (des)enclausuramento

01:15 | Dez. 07, 2021
Autor O POVO
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Tipo Notícia

Sigo dançando ao ritmo que a existência me traz. Às vezes com músicas mais melancólicas, às vezes com músicas mais agitadas. Por vezes, apenas no silêncio e em outras, com barulhos ensurdecedores. Dançar no meu ritmo me faz me respeitar como ser humano. Por vezes, quase parando, por vezes quase correndo. Sigo vivendo à medida que danço, e dançando à medida que vivo. Expressando a dor e a alegria de existir com movimentos rítmicos, e às vezes nem tão sincronizados assim. Posso até perder o ritmo da música, do mundo, da órbita, mas não da minha própria existência. Porque, não importa como, onde, com qual rapidez, a dança, perfeita ou imperfeita, me fez voltar a viver.

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