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Retrocesso humanitário

Byung Chul Han, em sua obra ''Sociedade do Cansaço'', constrói o conceito de ''sujeito do desempenho'', baseado em autoexploração, para caracterizar o indivíduo carente de vínculos sociais e que se encontra em guerra consigo mesmo. Com isso, Han afirma que a autoexploração é mais efetiva que a exploração do outro, pois a queda de uma instância dominadora não leva à liberdade, só faz com que liberdade e coação coincidam. Por exemplo, uma habilidade admirável na modernidade é a de ser multitarefa. Segundo Han, isso não representa nenhum progresso civilizatório, pois eram nossos ancestrais que precisavam, simultaneamente, buscar alimento, proteger a prole e fugir de predadores. Dessa forma, diante de tanto progresso tecnológico e científico, surge o questionamento, há progresso humanístico?

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