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INOVADOR
Google cria tecnologia para web funcionar offline
31 Mai 2007 - 13h37min
O Google anunciou na quarta-feira ter criado um software baseado na Web que funciona tanto online quanto offline, o que representa uma enorme mudança para o setor de internet, ao permitir que usuários trabalhem em trens, aviões, locais com conexão de baixa qualidade e até mesmo em regiões muito remotas.
A tecnologia, chamada Google Gears, permite que usuários de computadores, celulares e outros aparelhos manipulem serviços de Web como e-mail, agendas online ou leitores de notícias tanto online quanto por meio de conexões intermitentes com a Web ou completamente offline.
Ao eliminar a brecha entre os novos serviços via Web e o velho mundo de software para computadores de mesa, no qual quaisquer mudanças eram armazenadas localmente, nas máquinas de cada usuário, o Google está levando a Web a esferas de atividade completamente novas e oferecendo desafio à rival Microsoft, a líder na era do software para desktops.
"A Web é excelente, mas não funciona muito bem se a pessoa não tiver uma conexão", disse Jeff Huber, vice-presidente de engenharia do Google, em entrevista. "O Gears elimina uma brecha na funcionalidade da Web."
O Google planeja tornar a tecnologia Gears disponível gratuitamente como software de código-aberto, o que significa que outros programadores poderão usar e aperfeiçoar o sistema em seus produtos.
O Gears promete ampliar o uso de dezenas de produtos e serviços do Google, bem como de milhares de programas de produtores independentes, ao torná-los mais acessíveis em locais e horários antes inconvenientes.
A tecnologia também permite que os criadores de software incorporem buscas e indexação de páginas da Web aos seus próprios aplicativos, segundo Huber.
Muitos desses produtos serão capazes de realizar buscas limitadas offline, já que, quando conectados, terão baixado dados automaticamente. As funções plenas de busca do Google voltam a estar disponíveis quando o usuário retomar a conexão com a Internet.
De acordo com o Google, os primeiros parceiros a usar o Gears incluem a líder no software para design Adobe Systems, a Opera, da Noruega, produtora de um browser popular para celulares; e a Mozilla, que desenvolve o browser Firefox, a mais séria alternativa ao Internet Explorer, da Microsoft.
A tecnologia, chamada Google Gears, permite que usuários de computadores, celulares e outros aparelhos manipulem serviços de Web como e-mail, agendas online ou leitores de notícias tanto online quanto por meio de conexões intermitentes com a Web ou completamente offline.
Ao eliminar a brecha entre os novos serviços via Web e o velho mundo de software para computadores de mesa, no qual quaisquer mudanças eram armazenadas localmente, nas máquinas de cada usuário, o Google está levando a Web a esferas de atividade completamente novas e oferecendo desafio à rival Microsoft, a líder na era do software para desktops.
"A Web é excelente, mas não funciona muito bem se a pessoa não tiver uma conexão", disse Jeff Huber, vice-presidente de engenharia do Google, em entrevista. "O Gears elimina uma brecha na funcionalidade da Web."
O Google planeja tornar a tecnologia Gears disponível gratuitamente como software de código-aberto, o que significa que outros programadores poderão usar e aperfeiçoar o sistema em seus produtos.
O Gears promete ampliar o uso de dezenas de produtos e serviços do Google, bem como de milhares de programas de produtores independentes, ao torná-los mais acessíveis em locais e horários antes inconvenientes.
A tecnologia também permite que os criadores de software incorporem buscas e indexação de páginas da Web aos seus próprios aplicativos, segundo Huber.
Muitos desses produtos serão capazes de realizar buscas limitadas offline, já que, quando conectados, terão baixado dados automaticamente. As funções plenas de busca do Google voltam a estar disponíveis quando o usuário retomar a conexão com a Internet.
De acordo com o Google, os primeiros parceiros a usar o Gears incluem a líder no software para design Adobe Systems, a Opera, da Noruega, produtora de um browser popular para celulares; e a Mozilla, que desenvolve o browser Firefox, a mais séria alternativa ao Internet Explorer, da Microsoft.
Agência Estado
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