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PORTABILIDADE
Pen drive ganha lugar de DVD
O pen drive, que hoje está mais associado ao armazenamento temporário de dados, começa a ocupar o lugar de CDs e DVDs na hora de guardar programas e informações mais duradouras
Sílvio Mauro
da Redação
07 Mai 2007 - 00h25min
Houve um tempo em que a operação de armazenar programas e arquivos de tamanho considerável só era possível usando o HD ou uma grande quantidade de disquetes. Esses últimos, para quem não conheceu, eram uns dispositivos que davam mais dor de cabeça que alegria aos usuários: tinham pouca capacidade de memória e eram muito sujeitos a falhas e erros de leitura. Depois, vieram os CDs e DVDs, mais seguros e com mais espaço, mas a solução ainda não era de todo satisfatória. Também eles têm problemas de durabilidade e não é todo drive que consegue ler.
Parece que agora, o usuário encontrou uma boa alternativa. A memória flash começou a ser usada em máquinas fotográficas digitais e tem se popularizado cada vez mais com os pen drives. Eles são a melhor expressão desse tipo de recurso de armazenamento: pequenos, duráveis e com capacidade de gravar (muitos) dados repetidas vezes sem comprometimento da qualidade das informações.
E graças à praticidade dos pen drives, agora é possível levar programas para qualquer lugar sem preocupação com falta de espaço físico. Para se ter uma idéia da diferença, enquanto um disquete tinha 1,44 MB de capacidade e um CD pode armazenar cerca de 700 MB, a maioria dos pen drives comercializados já têm um 1 GB. Eles têm menos espaço de gravação que um DVD (que chega a mais de 4 GB), mas são infinitamente mais práticos e podem ser lidos em qualquer porta USB de computador.
Para quem ainda não viu o pen drive como um dispositivo que pode guardar programas por um longo tempo, é bom dar uma olhada nos sites de downloads. O POVO fez uma pesquisa em quatro deles e descobriu desde navegadores a cópias reduzidas do Office, a suíte de aplicativos da Microsoft. Esse tipo de uso, no entanto, ainda não é muito popular.
Segundo Diego Xerez, vendedor da Cecomil, a maioria dos clientes ainda associa o pen drive à armazenagem temporária e grava seus arquivos permanentes em CDs de DVDs. Mas ele acredita que é uma questão de tempo. “O pen drive tem capacidade de substituir os CDs e DVDs, com a vantagem de ser mais fácil de levar e não arranhar”, diz.
Para Ricardo Cunha, proprietário da RC informática, empresa que vende componentes e fornece assistência técnica, o pen drive tem outra vantagem em relação aos CDs e DVDs: a velocidade do acesso às informações. “Ele funciona como um HD pequeno”, explica, referindo-se à alta capacidade que os discos rígidos têm de tornar as informações em um espaço curtíssimo de tempo - enquanto um CD demora um pouco até ser lido completamente. A memória flash do pen drive, inclusive, chega a ser mais rápida que o HD. Mas para o usuário a diferença é mais sutil e não é percebida facilmente.
Outro detalhe interessante é que os programas feitos para pen drives são pequenos, exatamente para não ocupar muito espaço. O Miranda IM Portable, por exemplo, é um mensageiro instantâneo que se comunica com vários outros, como MSN e Yahoo e tem menos de 2 MB de tamanho. Já o portable Office, mais completo, tem 130 MB. Mas nada que assuste um proprietário de um pen drive de 1 GB. Uma boa dica é deixar no pen drive o Smart Flash Recovery, que ocupa menos de 1 MB e ajuda a recuperar arquivos perdidos.
Parece que agora, o usuário encontrou uma boa alternativa. A memória flash começou a ser usada em máquinas fotográficas digitais e tem se popularizado cada vez mais com os pen drives. Eles são a melhor expressão desse tipo de recurso de armazenamento: pequenos, duráveis e com capacidade de gravar (muitos) dados repetidas vezes sem comprometimento da qualidade das informações.
E graças à praticidade dos pen drives, agora é possível levar programas para qualquer lugar sem preocupação com falta de espaço físico. Para se ter uma idéia da diferença, enquanto um disquete tinha 1,44 MB de capacidade e um CD pode armazenar cerca de 700 MB, a maioria dos pen drives comercializados já têm um 1 GB. Eles têm menos espaço de gravação que um DVD (que chega a mais de 4 GB), mas são infinitamente mais práticos e podem ser lidos em qualquer porta USB de computador.
Para quem ainda não viu o pen drive como um dispositivo que pode guardar programas por um longo tempo, é bom dar uma olhada nos sites de downloads. O POVO fez uma pesquisa em quatro deles e descobriu desde navegadores a cópias reduzidas do Office, a suíte de aplicativos da Microsoft. Esse tipo de uso, no entanto, ainda não é muito popular.
Segundo Diego Xerez, vendedor da Cecomil, a maioria dos clientes ainda associa o pen drive à armazenagem temporária e grava seus arquivos permanentes em CDs de DVDs. Mas ele acredita que é uma questão de tempo. “O pen drive tem capacidade de substituir os CDs e DVDs, com a vantagem de ser mais fácil de levar e não arranhar”, diz.
Para Ricardo Cunha, proprietário da RC informática, empresa que vende componentes e fornece assistência técnica, o pen drive tem outra vantagem em relação aos CDs e DVDs: a velocidade do acesso às informações. “Ele funciona como um HD pequeno”, explica, referindo-se à alta capacidade que os discos rígidos têm de tornar as informações em um espaço curtíssimo de tempo - enquanto um CD demora um pouco até ser lido completamente. A memória flash do pen drive, inclusive, chega a ser mais rápida que o HD. Mas para o usuário a diferença é mais sutil e não é percebida facilmente.
Outro detalhe interessante é que os programas feitos para pen drives são pequenos, exatamente para não ocupar muito espaço. O Miranda IM Portable, por exemplo, é um mensageiro instantâneo que se comunica com vários outros, como MSN e Yahoo e tem menos de 2 MB de tamanho. Já o portable Office, mais completo, tem 130 MB. Mas nada que assuste um proprietário de um pen drive de 1 GB. Uma boa dica é deixar no pen drive o Smart Flash Recovery, que ocupa menos de 1 MB e ajuda a recuperar arquivos perdidos.
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