Saúde
Cuidado
Doença pulmonar crônica mata quatro brasileiro por hora
O tabagismo é apontado como principal causa da doença e relacionado a 90% dos casos
19 Nov 2008 - 15h53min
No Brasil, a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) mata quatro pessoas a cada hora. O tabagismo é apontado como principal causa da doença e relacionado a 90% dos casos. Segundo o pneumologista Paulo Feitosa, um dos obstáculos para o controle da doença é a dificuldade de diagnóstico já que o principal sintoma da DPOC é a falta de ar ao fazer qualquer tipo de esforço, que muitas vezes acaba sendo atribuída à falta de condicionamento físico, ao envelhecimento e ou a outras doenças respiratórias ou cardíacas.
“A DPOC é uma doença muito prevalente e de alta mortalidade. Além disso, ela causa muito sofrimento ao paciente. O grande problema é que se faz o diagnóstico muito tardio da doença. A média é a cada 100 fumantes, 20 desenvolvem a DPOC”, disse o médico.
Para ele, a mortalidade causada pela doença no país é muito elevada. “Existem estudos que em algumas regiões do Brasil se tem DPOC em até 20% da população. Isso chama atenção, é um problema grave de saúde pública e precisa ser combatido.”
De acordo com Paulo Feitosa, apesar de existir medicações para reduzir o incômodo, a redução do tabagismo é a medida mais importante para os pacientes com DPOC, pois é a única que permite uma redução significativa na progressão da doença. “Felizmente, é uma doença que tem tratamento. Os remédios melhoram a qualidade de vida dos pacientes e diminuem as idas ao pronto socorro, as internações hospitalares e aumentam m tempo de vida do paciente”, explicou o médico.
“A DPOC é uma doença muito prevalente e de alta mortalidade. Além disso, ela causa muito sofrimento ao paciente. O grande problema é que se faz o diagnóstico muito tardio da doença. A média é a cada 100 fumantes, 20 desenvolvem a DPOC”, disse o médico.
Para ele, a mortalidade causada pela doença no país é muito elevada. “Existem estudos que em algumas regiões do Brasil se tem DPOC em até 20% da população. Isso chama atenção, é um problema grave de saúde pública e precisa ser combatido.”
De acordo com Paulo Feitosa, apesar de existir medicações para reduzir o incômodo, a redução do tabagismo é a medida mais importante para os pacientes com DPOC, pois é a única que permite uma redução significativa na progressão da doença. “Felizmente, é uma doença que tem tratamento. Os remédios melhoram a qualidade de vida dos pacientes e diminuem as idas ao pronto socorro, as internações hospitalares e aumentam m tempo de vida do paciente”, explicou o médico.
Agência Brasil
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