Saúde
Raio-x
Novo sistema usado pelo Inca vai agilizar exames para diagnóstico de câncer
O novo sistema digitaliza as imagens gerando economia de tempo e de dinheiro em relação ao processo convencional que utiliza impressão em filmes radiográficos
07 Nov 2008 - 13h26min
O Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, recebeu nesta semana um programa que vai agilizar a realização de exames radiológicos para diagnóstico da doença.
Comprado pelo Ministério da Saúde, o novo sistema chamado de Picture Archiving and Communication System (PACS), digitaliza as imagens gerando economia de tempo e de dinheiro em relação ao processo convencional que utiliza impressão em filmes radiográficos.
Antes da chegada do do sistema, um exame de raio-x simples demorava pelo menos um dia para ser feito, mais o tempo necessário para o médico fazer a análise e definir o laudo. Com o PACS, assim que o exame é feito o sistema disponibiliza as imagens digitalmente na rede do Inca e logo em seguida o médico pode dar o laudo.
Segundo o chefe da Divisão de Diagnóstico da Divisão 1 do Inca, o médico Élcio Novaes, o equipamento é um grande avanço, pois, além de tempo, economiza recursos humanos e espaço físico e ajuda a preservar o meio ambiente. “ Com o processo antigo, o Instituto produzia 5 mil exames mensais feitos em filme radiográfico, agora com tudo digitalizado não utilizaremos mais o filme e nem os insumos químicos para a revelação” afirma.
O sistema foi implantado para exames de raio-x simples, alta complexidade (ressonâncias e tomografias), ultra-sons em geral e mamografias. Para os exames na área de medicina nuclear e endoscopia, o PACS está em fase de implantação.
Ao eliminar a necessidade de revelação de exame, o Inca vai reduzir os custos operacionais ligados à manutenção e à compra de filmes. A economia anual será de R$1,1 milhão permitindo recuperar em dois anos e meio o investimento feito para a compra do programa.
Comprado pelo Ministério da Saúde, o novo sistema chamado de Picture Archiving and Communication System (PACS), digitaliza as imagens gerando economia de tempo e de dinheiro em relação ao processo convencional que utiliza impressão em filmes radiográficos.
Antes da chegada do do sistema, um exame de raio-x simples demorava pelo menos um dia para ser feito, mais o tempo necessário para o médico fazer a análise e definir o laudo. Com o PACS, assim que o exame é feito o sistema disponibiliza as imagens digitalmente na rede do Inca e logo em seguida o médico pode dar o laudo.
Segundo o chefe da Divisão de Diagnóstico da Divisão 1 do Inca, o médico Élcio Novaes, o equipamento é um grande avanço, pois, além de tempo, economiza recursos humanos e espaço físico e ajuda a preservar o meio ambiente. “ Com o processo antigo, o Instituto produzia 5 mil exames mensais feitos em filme radiográfico, agora com tudo digitalizado não utilizaremos mais o filme e nem os insumos químicos para a revelação” afirma.
O sistema foi implantado para exames de raio-x simples, alta complexidade (ressonâncias e tomografias), ultra-sons em geral e mamografias. Para os exames na área de medicina nuclear e endoscopia, o PACS está em fase de implantação.
Ao eliminar a necessidade de revelação de exame, o Inca vai reduzir os custos operacionais ligados à manutenção e à compra de filmes. A economia anual será de R$1,1 milhão permitindo recuperar em dois anos e meio o investimento feito para a compra do programa.
Agência Brasil
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