Saúde
botulismo
Anvisa recomenda não dar mel a menores de um ano
O mel caseiro, embalado sem controle adequado, muitas vezes estão contaminados com os microrganismos do bacilo
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou hoje que os pais não dêem mel para seus filhos com menos de um ano de idade. A preocupação é com o botulismo, doença potencialmente fatal causada por bactérias. O mel caseiro, embalado sem controle adequado, muitas vezes abriga os microrganismos. Resultados de pesquisas apontam que 7% das 100 amostras de mel comercializadas por ambulantes, mercados e feiras livres, em seis Estados brasileiros, estavam contaminados com o bacilo.
A bactéria Clostridium botulinum é uma ameaça principalmente para os bebês com idade entre 3 e 26 semanas, cuja flora intestinal ainda não está totalmente formada. "É importante lembrar que a multiplicação do Clostridium botulinum e liberação da toxina no intestino só ocorre em crianças que ainda não possuem a flora intestinal completamente formada ou em adultos com alguma doença que possa alterar essa flora protetora", afirma a diretora da Anvisa, Maria Cecília Martins Brito, por meio de nota.
Sem microrganismos para competir com o vilão microscópico, ele pode se multiplicar de forma descontrolada quando ingerido, levando ao botulismo. Se não for tratada logo, a doença pode até matar, dificultando os movimentos respiratórios e exigindo até o uso de um respirador artificial, além de uma longa recuperação. Os registros do problema no Brasil são raros. A orientação da Anvisa é para prevenir o surgimento da doença.
A bactéria Clostridium botulinum é uma ameaça principalmente para os bebês com idade entre 3 e 26 semanas, cuja flora intestinal ainda não está totalmente formada. "É importante lembrar que a multiplicação do Clostridium botulinum e liberação da toxina no intestino só ocorre em crianças que ainda não possuem a flora intestinal completamente formada ou em adultos com alguma doença que possa alterar essa flora protetora", afirma a diretora da Anvisa, Maria Cecília Martins Brito, por meio de nota.
Sem microrganismos para competir com o vilão microscópico, ele pode se multiplicar de forma descontrolada quando ingerido, levando ao botulismo. Se não for tratada logo, a doença pode até matar, dificultando os movimentos respiratórios e exigindo até o uso de um respirador artificial, além de uma longa recuperação. Os registros do problema no Brasil são raros. A orientação da Anvisa é para prevenir o surgimento da doença.
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