Saúde
ciência
UnB pesquisa utilização de célula-tronco em tratamento dentário
O próximo passo será identificar como as células se reproduzem e onde podem ser utilizadas para a regeneração do dente
Uma pesquisa que vem sendo desenvolvida na Universidade de Brasília (UnB) pode mudar a forma de se fazer tratamento dentário. Um grupo de três alunos de pós-graduação e cinco orientadores das áreas de odontologia e biologia estudam como tratar infecções dentárias a partir de células-tronco do dente-de-leite ou do terceiro molar – conhecido como siso.
Eles já conseguiram isolar as células e reproduzi-las. O próximo passo será identificar como elas se reproduzem e onde podem ser utilizadas para a regeneração do dente. Em seguida, pretendem fazer testes. Se tiverem sucesso, um banco de células-tronco do paciente pode ser formado para ser utilizado em tratamentos de cárie e canal, por exemplo.
“Num tratamento de cárie, nós cavamos o dente para retirar a infecção. Atualmente, esse dente é tampado com um material sintético. Mas com o tratamento de células-tronco, elas seriam utilizadas para recompor aquela polpa. O mesmo (vale) para o nervo retirado no tratamento de canal”, explica a mestranda em ciências da saúde, Leliane Macedo, que faz parte do grupo de pesquisadores. “Com isso, você induz uma cicatrização do dente com o próprio dente, de forma muito mais natural”.
As pesquisas não prometem ainda a possibilidade de fazer nascer outro dente completo no lugar de um perdido. Mas, segundo Leliane, a longo prazo pode ser possível reproduzir em laboratório um dente natural. Dessa forma, na hora de implantar uma prótese, ela não será mais de material artificial, e sim de dentina natural.
Eles já conseguiram isolar as células e reproduzi-las. O próximo passo será identificar como elas se reproduzem e onde podem ser utilizadas para a regeneração do dente. Em seguida, pretendem fazer testes. Se tiverem sucesso, um banco de células-tronco do paciente pode ser formado para ser utilizado em tratamentos de cárie e canal, por exemplo.
“Num tratamento de cárie, nós cavamos o dente para retirar a infecção. Atualmente, esse dente é tampado com um material sintético. Mas com o tratamento de células-tronco, elas seriam utilizadas para recompor aquela polpa. O mesmo (vale) para o nervo retirado no tratamento de canal”, explica a mestranda em ciências da saúde, Leliane Macedo, que faz parte do grupo de pesquisadores. “Com isso, você induz uma cicatrização do dente com o próprio dente, de forma muito mais natural”.
As pesquisas não prometem ainda a possibilidade de fazer nascer outro dente completo no lugar de um perdido. Mas, segundo Leliane, a longo prazo pode ser possível reproduzir em laboratório um dente natural. Dessa forma, na hora de implantar uma prótese, ela não será mais de material artificial, e sim de dentina natural.
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