Saúde
Pesquisa
Cientistas australianos elaboram esquema chave de luta contra a leucemia
Com isso, os cientistas podem começar a elaborar novos medicamentos específicos para estas células anormais do sangue
Cientistas australianos anunciaram nesta segunda-feira (11) que traçaram o plano de uma célula sanguínea que pode ser fundamental para os tratamentos contra a leucemia, a asma e a artrite reumatóide.
Os pesquisadores disseram ter criado a primeira imagem tridimensional do receptor protéico dos glóbulos brancos que tem um funcionamento anormal nos casos de leucemia.
"Ele se chama receptor porque interage com um hormônio, neste caso chamado GM-CSF", disse o professor Michael Parker.
Parker, do Instituto St. Vincent de Melbourne, disse que, em certos tipos de doenças como a leucemia, este receptor não funciona corretamente.
"Quando isto acontece, há um crescimento descontrolado que é a origem do câncer", afirmou.
Segundo o professor, a nova pesquisa mostra com precisão o receptor e seu funcionamento. Com isso, os cientistas podem começar a elaborar novos medicamentos específicos para estas células anormais do sangue.
"Atualmente várias leucemias são tratadas com quimioterapia, o que destrói tanto as células doentes como as sadias do sangue e da medula óssea", declarou o pesquisador.
"Esperamos que esta descoberta sirva para criar um tratamento mais específico centrado unicamente nas células anormais de doenças como a leucemia".
Parker falou que este receptor protéico em particular tem sido a causa de algumas das formas mais agressivas e mortais da leucemia.
"Acredito que este trabalho é realmente positivo e servirá para as doenças que têm um tratamento muito difícil ou que são incuráveis", acrescentou.
A pesquisa, publicada na revista americana Cell, foi uma colaboração entre cientistas do Instituto St. Vincent e o Instituto Hanson de Adelaide.
Os dois institutos assinaram um acordo com a empresa farmacêutica CSL para o desenvolvimento de antibióticos terapêuticos.
Os pesquisadores disseram ter criado a primeira imagem tridimensional do receptor protéico dos glóbulos brancos que tem um funcionamento anormal nos casos de leucemia.
"Ele se chama receptor porque interage com um hormônio, neste caso chamado GM-CSF", disse o professor Michael Parker.
Parker, do Instituto St. Vincent de Melbourne, disse que, em certos tipos de doenças como a leucemia, este receptor não funciona corretamente.
"Quando isto acontece, há um crescimento descontrolado que é a origem do câncer", afirmou.
Segundo o professor, a nova pesquisa mostra com precisão o receptor e seu funcionamento. Com isso, os cientistas podem começar a elaborar novos medicamentos específicos para estas células anormais do sangue.
"Atualmente várias leucemias são tratadas com quimioterapia, o que destrói tanto as células doentes como as sadias do sangue e da medula óssea", declarou o pesquisador.
"Esperamos que esta descoberta sirva para criar um tratamento mais específico centrado unicamente nas células anormais de doenças como a leucemia".
Parker falou que este receptor protéico em particular tem sido a causa de algumas das formas mais agressivas e mortais da leucemia.
"Acredito que este trabalho é realmente positivo e servirá para as doenças que têm um tratamento muito difícil ou que são incuráveis", acrescentou.
A pesquisa, publicada na revista americana Cell, foi uma colaboração entre cientistas do Instituto St. Vincent e o Instituto Hanson de Adelaide.
Os dois institutos assinaram um acordo com a empresa farmacêutica CSL para o desenvolvimento de antibióticos terapêuticos.
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