Saúde
Irregularidades
Anvisa suspende propaganda de quatro medicamentos
Foram suspensas as propagandas dos produtos Miracle, Aura Shine, Mirador e do Chá de Amora Miura
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão das propagandas dos produtos Miracle, que é comercializado em cápsulas, e Aura Shine, vendido em forma de gel.
Os dois produtos prometem desde regularizar a vida sexual de homens e mulheres até firmar seios e acabar com rugas. Segundo a assessoria de imprensa da Anvisa, os produtos não podem ser vendidos porque não têm registro do Ministério da Saúde, além das peças publicitárias terem um número excessivo de alegações terapêuticas.
No parecer para suspender a propaganda dos dois produtos - distribuídos pela empresa Towaki Internacional, Comércio e Representações -, a Anvisa argumentou não ser possível atribuir tantas propriedades aos produtos.
A Anvisa também suspendeu as propagandas do analgésico Mirador, fabricado por DM Indústria Farmacêutica Ltda, e do Chá de Amora Miura, fabricado por Comercial de Alimentos Meninos do Campo.
A Anvisa alegou que as peças publicitárias do Mirador podem induzir o consumir a erro uma vez que utiliza expressões enfáticas como "muito bom" ou "medicamento forte". Para suspender a propaganda do Chá de Amora Miura, a Anvisa observou que "as peças publicitárias fazem alegações terapêuticas ao controle de doenças como diabetes e obesidade e à imunização contra câncer".
Além disso, segundo a Agência, o produto não se encaixa na categoria dos chás dispensados de registro e, portanto, não pode alegar propriedades terapêuticas próprias de medicamentos.
Os dois produtos prometem desde regularizar a vida sexual de homens e mulheres até firmar seios e acabar com rugas. Segundo a assessoria de imprensa da Anvisa, os produtos não podem ser vendidos porque não têm registro do Ministério da Saúde, além das peças publicitárias terem um número excessivo de alegações terapêuticas.
No parecer para suspender a propaganda dos dois produtos - distribuídos pela empresa Towaki Internacional, Comércio e Representações -, a Anvisa argumentou não ser possível atribuir tantas propriedades aos produtos.
A Anvisa também suspendeu as propagandas do analgésico Mirador, fabricado por DM Indústria Farmacêutica Ltda, e do Chá de Amora Miura, fabricado por Comercial de Alimentos Meninos do Campo.
A Anvisa alegou que as peças publicitárias do Mirador podem induzir o consumir a erro uma vez que utiliza expressões enfáticas como "muito bom" ou "medicamento forte". Para suspender a propaganda do Chá de Amora Miura, a Anvisa observou que "as peças publicitárias fazem alegações terapêuticas ao controle de doenças como diabetes e obesidade e à imunização contra câncer".
Além disso, segundo a Agência, o produto não se encaixa na categoria dos chás dispensados de registro e, portanto, não pode alegar propriedades terapêuticas próprias de medicamentos.
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