Saúde
Lei Seca
Acidentes e mortes no trânsito diminuíram de 30% a 40%, afirma Tarso
Tarso Genro garantiu que a fiscalização nas estradas federais do país vai continuar a ser feita e até intensificada pela Polícia Rodoviária Federal
Dados preliminares do Ministério da Justiça indicam que o número de acidentes e de mortes causadas pelo trânsito caiu entre 30% e 40%, desde o início da Lei Seca, em meados de junho. A informação foi dada hoje (8), no Rio, pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, que participou de uma solenidade de apoio à nova lei no Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro.
Na avaliação do ministro Tarso Genro, a nova lei "chegou para ficar" e a sociedade brasileira está vivendo um momento “extremamente virtuoso na criação de uma nova sociedade”.
“A preocupação com o outro, a solidariedade, a compreensão de que a vida em sociedade exige regras democráticas e respeitosas pela vida humana. Esta lei veio em um momento oportuno. Há umas que não pegam, essa não só correspondeu ao anseio já latente na sociedade, como também está mudando o comportamento das pessoas”, avaliou o ministro.
Tarso Genro garantiu que a fiscalização nas estradas federais do país vai continuar a ser feita e até intensificada pela Polícia Rodoviária Federal.
“Mas nós precisamos de uma estreita colaboração das policiais rodoviárias estaduais e das guardas municipais nas cidades onde elas têm função fiscalizadora”.
Sobre as denúncias de que policiais fluminenses estariam comprando bafômetros do próprio bolso para intimidar motoristas, o ministro defendeu punição rigorosa como forma de inibir essa prática.
“A deformação acompanha a vida das pessoas em todos os setores da sociedade. Um setor que venha a deformar a finalidade da medida não pode nem tirar o prestígio da Lei nem esmorecer a esperança de que ela [a Lei Seca] venha a ser cada vez mais aplicada. Esses policiais têm que ser postos na rua e ser severamente punidos e as leis do estado tem como fazer isto.”
Na avaliação do ministro Tarso Genro, a nova lei "chegou para ficar" e a sociedade brasileira está vivendo um momento “extremamente virtuoso na criação de uma nova sociedade”.
“A preocupação com o outro, a solidariedade, a compreensão de que a vida em sociedade exige regras democráticas e respeitosas pela vida humana. Esta lei veio em um momento oportuno. Há umas que não pegam, essa não só correspondeu ao anseio já latente na sociedade, como também está mudando o comportamento das pessoas”, avaliou o ministro.
Tarso Genro garantiu que a fiscalização nas estradas federais do país vai continuar a ser feita e até intensificada pela Polícia Rodoviária Federal.
“Mas nós precisamos de uma estreita colaboração das policiais rodoviárias estaduais e das guardas municipais nas cidades onde elas têm função fiscalizadora”.
Sobre as denúncias de que policiais fluminenses estariam comprando bafômetros do próprio bolso para intimidar motoristas, o ministro defendeu punição rigorosa como forma de inibir essa prática.
“A deformação acompanha a vida das pessoas em todos os setores da sociedade. Um setor que venha a deformar a finalidade da medida não pode nem tirar o prestígio da Lei nem esmorecer a esperança de que ela [a Lei Seca] venha a ser cada vez mais aplicada. Esses policiais têm que ser postos na rua e ser severamente punidos e as leis do estado tem como fazer isto.”
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