Saúde
hábitos
Obesidade infantil pode começar com o lanche da escola
Uma alimentação inadequada durante período escolar poderá resultar em complicações na vida adulta
16 Mai 2008 - 16h08min
A obesidade na infância tornou-se comum e é uma preocupação constante nos consultórios dos médicos nutrólogos. E o papel da escola é fundamental para a formação dos hábitos alimentares e da personalidade infantil. Uma alimentação inadequada durante esse período de formação resultará em complicações na vida adulta.
Fonte de carboidratos, pães, bolachas e bolos são nutritivos em relação à energia, mas devem ser consumidos em quantidades controladas. No caso das proteínas, responsáveis pela manutenção dos tecidos do corpo e pelo bom funcionamento do sistema imunológico, os lácteos, como os queijos, iogurtes e frios, também são indicados. As frutas sempre devem estar presentes. Ricas em vitaminas, sais minerais e fibras, elas exercem diferentes funções orgânicas e ajudam no funcionamento intestinal.
“Banana, maçã, pêra, uva e mexerica são práticas porque podem ter a casca retirada com facilidade ou mesmo ser consumidas com ela. Já para a reposição de líquido, sucos, chás ou água de coco são boas opções. Já os refrigerantes devem ser evitados”, explica o Durval Ribas Filho, nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).
Carências nutricionais específicas, com alterações sensíveis no peso, para baixo ou para cima, mais comumente levando ao sobrepeso, podem ser sinais de que existe algo errado com o lanche que as crianças comem na escola. “A reeducação dos hábitos alimentares deve partir primeiramente da família da criança e, além disso, é necessária a implantação de momentos de educação alimentar nas escolas”, alerta o Dr. Durval.
O ideal é equilibrar toda a alimentação ao longo do dia. Os lanches consumidos na escola devem ser estrategicamente pensados para não influenciar negativamente nas principais refeições. Para o especialista da ABRAN, cardápios coloridos, variados e atraentes estimulam a criança. “O mais importante é cortar os salgadinhos e refrigerantes. Além de não fazer bem à saúde, ocasionam distúrbios metabólicos, como o colesterol e a glicemia, e favorecem a obesidade”, completa o médico.
Fonte de carboidratos, pães, bolachas e bolos são nutritivos em relação à energia, mas devem ser consumidos em quantidades controladas. No caso das proteínas, responsáveis pela manutenção dos tecidos do corpo e pelo bom funcionamento do sistema imunológico, os lácteos, como os queijos, iogurtes e frios, também são indicados. As frutas sempre devem estar presentes. Ricas em vitaminas, sais minerais e fibras, elas exercem diferentes funções orgânicas e ajudam no funcionamento intestinal.
“Banana, maçã, pêra, uva e mexerica são práticas porque podem ter a casca retirada com facilidade ou mesmo ser consumidas com ela. Já para a reposição de líquido, sucos, chás ou água de coco são boas opções. Já os refrigerantes devem ser evitados”, explica o Durval Ribas Filho, nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).
Carências nutricionais específicas, com alterações sensíveis no peso, para baixo ou para cima, mais comumente levando ao sobrepeso, podem ser sinais de que existe algo errado com o lanche que as crianças comem na escola. “A reeducação dos hábitos alimentares deve partir primeiramente da família da criança e, além disso, é necessária a implantação de momentos de educação alimentar nas escolas”, alerta o Dr. Durval.
O ideal é equilibrar toda a alimentação ao longo do dia. Os lanches consumidos na escola devem ser estrategicamente pensados para não influenciar negativamente nas principais refeições. Para o especialista da ABRAN, cardápios coloridos, variados e atraentes estimulam a criança. “O mais importante é cortar os salgadinhos e refrigerantes. Além de não fazer bem à saúde, ocasionam distúrbios metabólicos, como o colesterol e a glicemia, e favorecem a obesidade”, completa o médico.
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