Saúde
Terapia Celular
Cientistas Brasileiros avançam em Biotecnologia
Foram submetidos a nova técnica 32 pacientes que apresentavam diminuição de massa óssea na região maxilar e impedimento para colocação de implantes
05 Jun 2007 - 15h55min
Uma recente publicação do International Center for Artificial Organs and Transplantations, mostra uma técnica avançada de terapia celular para recuperação de osso desenvolvida por cientistas brasileiros.
Foram submetidos a nova técnica 32 pacientes, com faixa etária que vai dos 45 aos 75 anos, que apresentavam diminuição de massa óssea na região maxilar e impedimento para colocação de implantes.
Utilizando células-tronco da medula-óssea e fatores de crescimento plaquetário, ambos do próprio paciente, reconstruíram a massa óssea maxilar dos pacientes permitindo a colocação de implantes. Segundo o Dr Nelson Tatsui, um dos autores do projeto, Diretor Técnico da Criogênesis Biotecnologia e Terapia Celular, o maior ganho dos nossos pacientes foi recuperar a perda óssea maxilar sem mutilar outras áreas ósseas doadoras de enxerto.
No aspirado da medula-óssea encontramos a célula-tronco hematopoética, responsável pela formação do sangue, e a célula-tronco mesenquimal, formadora de diferentes tecidos e alvo principal de nossas pesquisas, afirma Dr Nelson Tatsui. Além de diferenciar para células ósseas, sabemos que a liberação de mediadores químicos por células tão imaturas é fundamental para o recrutamento de novas células e integração vascular do enxerto. Estamos usando a própria força e sabedoria da natureza.
Os fatores de crescimento plaquetário, extraído do próprio paciente, permitiu reforçar a estrutura biológica do enxerto e acelerar o processo de regeneração óssea global. Novos conhecimentos sobre esses fatores estão reanimando a ciência para utilização em áreas onde é necessária a regeneração tecidual acelerada. Além da área ortopédica, seu uso deve aumentar na oftalmológica e plástica, afirma Dr Nelson Tatsui.
O uso da terapia celular e mediadores químicos do próprio paciente, além de não provocar rejeição, permitirá a recuperação de pacientes com doença óssea crônica em fase degenerativa, sem os efeitos colaterais da retirada de osso de área doadora. Estamos somente no começo, novas terapias surgirão, ampliaremos constantemente a tecnologia de manipulação da célula-tronco, mas peço que a população mantenha-se crítico sobre terapias exageradas e miraculosas, chama atenção Dr Nelson Tatsui.
Foram submetidos a nova técnica 32 pacientes, com faixa etária que vai dos 45 aos 75 anos, que apresentavam diminuição de massa óssea na região maxilar e impedimento para colocação de implantes.
Utilizando células-tronco da medula-óssea e fatores de crescimento plaquetário, ambos do próprio paciente, reconstruíram a massa óssea maxilar dos pacientes permitindo a colocação de implantes. Segundo o Dr Nelson Tatsui, um dos autores do projeto, Diretor Técnico da Criogênesis Biotecnologia e Terapia Celular, o maior ganho dos nossos pacientes foi recuperar a perda óssea maxilar sem mutilar outras áreas ósseas doadoras de enxerto.
No aspirado da medula-óssea encontramos a célula-tronco hematopoética, responsável pela formação do sangue, e a célula-tronco mesenquimal, formadora de diferentes tecidos e alvo principal de nossas pesquisas, afirma Dr Nelson Tatsui. Além de diferenciar para células ósseas, sabemos que a liberação de mediadores químicos por células tão imaturas é fundamental para o recrutamento de novas células e integração vascular do enxerto. Estamos usando a própria força e sabedoria da natureza.
Os fatores de crescimento plaquetário, extraído do próprio paciente, permitiu reforçar a estrutura biológica do enxerto e acelerar o processo de regeneração óssea global. Novos conhecimentos sobre esses fatores estão reanimando a ciência para utilização em áreas onde é necessária a regeneração tecidual acelerada. Além da área ortopédica, seu uso deve aumentar na oftalmológica e plástica, afirma Dr Nelson Tatsui.
O uso da terapia celular e mediadores químicos do próprio paciente, além de não provocar rejeição, permitirá a recuperação de pacientes com doença óssea crônica em fase degenerativa, sem os efeitos colaterais da retirada de osso de área doadora. Estamos somente no começo, novas terapias surgirão, ampliaremos constantemente a tecnologia de manipulação da célula-tronco, mas peço que a população mantenha-se crítico sobre terapias exageradas e miraculosas, chama atenção Dr Nelson Tatsui.
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