Política
Parceria
Morales, Lula e Chávez assinam acordos de US$ 530 milhões
Os três presidentes se reuniram para formalizar projetos viários e de integração produtiva
18 Jul 2008 - 21h43min
O presidente da Bolívia, Evo Morales, assinou nesta sexta-feira (18) dois acordos de integração viária e de cooperação, totalizando 530 milhões de dólares, com seus colegas Luiz Inácio Lula da Silva e Hugo Chávez (Venezuela).
Os três presidentes se reuniram no povoado amazônico de Riberalta, no nordeste da Bolívia e perto da fronteira brasileira, para formalizar projetos viários e de integração produtiva, em um ato público que reuniu autoridades dos três países e milhares de moradores da localidade.
O primeiro acordo foi firmado por Morales e Lula, pelo qual Brasília concede um crédito reembolsável de 230 milhões de dólares para construir parte de uma estrada que unirá a cidade andina de La Paz a Porto Velho, no Brasil, e ligará o oceano Atlântico a portos peruanos e chilenos no Pacífico.
A estrada, chamada pelo governo de La Paz de "corredor bioceânico de exportação", tem cerca de 600 km de extensão. O trecho que será asfaltado com recursos brasileiros mede 412 km.
"Esse empreendimento fará parte do corredor bioceânico que integrará o Brasil aos portos chilenos e peruanos e passará pela capital da Bolívia (La Paz)", disse Lula.
As condições financeiras estabelecem que as taxas de juros flutuarão entre 2,07% e 3,15% ao ano, com prazo de 20 anos.
O segundo entendimento, de 300 milhões de dólares, foi firmado por Morales e Chávez, para projetos viários bolivianos e para a criação de uma empresa binacional socioprodutiva que instalará no território boliviano produtoras de laticínios, beneficiadoras de milho e fábricas de plásticos injetados.
"Aportamos mais 300 milhões de dólares, porque a Bolívia ainda não tem recursos que são vitais para a integração", declarou Chávez.
Os três presidentes se reuniram no povoado amazônico de Riberalta, no nordeste da Bolívia e perto da fronteira brasileira, para formalizar projetos viários e de integração produtiva, em um ato público que reuniu autoridades dos três países e milhares de moradores da localidade.
O primeiro acordo foi firmado por Morales e Lula, pelo qual Brasília concede um crédito reembolsável de 230 milhões de dólares para construir parte de uma estrada que unirá a cidade andina de La Paz a Porto Velho, no Brasil, e ligará o oceano Atlântico a portos peruanos e chilenos no Pacífico.
A estrada, chamada pelo governo de La Paz de "corredor bioceânico de exportação", tem cerca de 600 km de extensão. O trecho que será asfaltado com recursos brasileiros mede 412 km.
"Esse empreendimento fará parte do corredor bioceânico que integrará o Brasil aos portos chilenos e peruanos e passará pela capital da Bolívia (La Paz)", disse Lula.
As condições financeiras estabelecem que as taxas de juros flutuarão entre 2,07% e 3,15% ao ano, com prazo de 20 anos.
O segundo entendimento, de 300 milhões de dólares, foi firmado por Morales e Chávez, para projetos viários bolivianos e para a criação de uma empresa binacional socioprodutiva que instalará no território boliviano produtoras de laticínios, beneficiadoras de milho e fábricas de plásticos injetados.
"Aportamos mais 300 milhões de dólares, porque a Bolívia ainda não tem recursos que são vitais para a integração", declarou Chávez.
AFP
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