16/02/2008 16:50
- Joaquim Antônio da Silva Callado (1848-1880), quem primeiro se valeu do trio formado de violão, cavaquinho e flauta, denominado de Pau e Corda para apresentar "choros". "Flor Amorosa", música de sua autoria, era uma polca bem chorada.
- Ernesto Nazareth (1863-1934), segundo o pesquisador Mozart Araújo, "nacionalizou" os gêneros que vinham de fora - a valsa, a polka, a schottisch, a mazurka, a habanera, o tango.
- Villa-Lobos, (1887-1959) um chorão nato e idealista, também contribuiu muito para este gênero. Compôs o ciclo dos 14 Choros, homenagem ao que ele sempre chamou de "a essência musical da alma brasileira".
- Donga (1890 - 1974) foi um dos grandes parceiros de Pixinguinha. Como violonista integrou o grupo Oito Batutas e a Orquestra Típica Donga-Pixinguinha.
- Benedito Lacerda (1903 - 1958) também foi grande parceiro de Pixinguinha, acompanhou estrelas como Carmen Miranda, Mário Reis e Francisco Alves, além de atuar com êxito como compositor de sucessos como Normalista, Jardineira, Despedida da Mangueira.
- Jacob do Bandolim (1918 - 1969) foi um grande defensor do choro. Nunca foi um músico profissional, e talvez isto ajudou com que não tivesse que abrir mão a modas ou tendências de mercado.
- Radamés Gnatalli (1906 - 1988) foi peça fundamental no movimento de redescoberta do choro ocorrido na década de 1970, atuando como incentivador e mestre de jovens instrumentistas como Raphael Rabello, Joel Nascimento, Maurício Carrilho, a Camerata Carioca, e estimulando releituras de Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazareth.
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