Vida & Arte
Homenagem na cidade
18 Nov 2006 - 15h10min
A Rodovia Humberto Teixeira (assim rebatizada a CE-060, antiga estrada do algodão) que liga o município de Iguatu a Fortaleza, em 395 quilômetros; o Centro de Atração Cultural e o edifício onde funciona o Banco do Nordeste. São três obras que homenageiam o filho ilustre, em Iguatu. Até o ano 2000, a prefeitura municipal promovia a Semana Humberto Teixeira que incluía atrações culturais como o festival de quadrilhas juninas, mas a partir daquele ano, o evento passou a se chamar Iguatu Junino.
No Museu da Imagem e do Som, encontram-se fotos e recortes de entrevistas antigas do compositor. Estão em exposição ao lado de matérias de jornais (inclusive O POVO) e fotografias do maestro Eleazar de Carvalho e do compositor e cantor Evaldo Gouveia, os dois também nascido na cidade de Iguatu. "Ainda temos um acervo pequeno, mas pretendemos ampliá-lo com material dos três importantes nomes da música brasileira", diz a coordenadora do museu, a fotógrafa Gardevânia Farias.
O espaço do Museu é muito pequeno e falta climatização. Fica no centro da cidade, ao lado do prédio onde funciona o Serviço Social do Comércio (Sesc), mas a coordenadora diz que é projeto da Secretaria municipal de Cultura ampliar o espaço e resgatar o acervo de Humberto Teixeira, Eleazar de Carvalho e de Evaldo Gouveia. Esse último já prometeu doações, assim como a família do maestro Eleazar de Carvalho. Sobre Humberto Teixeira, o historiador Wilson Holanda Lima Verde doou a biografia, escrita por ele, do "doutor do baião".
Na Escola Popular de Música que será criada pela Secretaria de Cultura do Município, segundo Gardevânia Farias, as salas vão ser batizadas com os nomes dos três filhos famosos da terra. A Escola está sendo estruturada.
No Museu da Imagem e do Som, encontram-se fotos e recortes de entrevistas antigas do compositor. Estão em exposição ao lado de matérias de jornais (inclusive O POVO) e fotografias do maestro Eleazar de Carvalho e do compositor e cantor Evaldo Gouveia, os dois também nascido na cidade de Iguatu. "Ainda temos um acervo pequeno, mas pretendemos ampliá-lo com material dos três importantes nomes da música brasileira", diz a coordenadora do museu, a fotógrafa Gardevânia Farias.
O espaço do Museu é muito pequeno e falta climatização. Fica no centro da cidade, ao lado do prédio onde funciona o Serviço Social do Comércio (Sesc), mas a coordenadora diz que é projeto da Secretaria municipal de Cultura ampliar o espaço e resgatar o acervo de Humberto Teixeira, Eleazar de Carvalho e de Evaldo Gouveia. Esse último já prometeu doações, assim como a família do maestro Eleazar de Carvalho. Sobre Humberto Teixeira, o historiador Wilson Holanda Lima Verde doou a biografia, escrita por ele, do "doutor do baião".
Na Escola Popular de Música que será criada pela Secretaria de Cultura do Município, segundo Gardevânia Farias, as salas vão ser batizadas com os nomes dos três filhos famosos da terra. A Escola está sendo estruturada.
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