Valdélio Muniz
Enviado a Foz do Iguaçu
Segundo destino mais visitado do Brasil, Foz do Iguaçu propicia um dos mais belos encontros com a natureza
03/07/2008 00:47

Não é à toa que Foz do Iguaçu, em termos de destino turístico no Brasil, só perde para o Rio de Janeiro (com suas praias, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar). Como se não bastasse o privilégio geográfico daquela cidade paranaense de fazer fronteira com outros dois países (Paraguai e Argentina), ainda detém uma das mais belas paisagens naturais do mundo: as Cataratas do Rio Iguaçu.
Em Foz, visitantes brasileiros e estrangeiros podem conciliar facilmente diferentes modalidades de turismo (compras, aventura, ecologia, eventos e negócios). Com sua ampla rede hoteleira, seus belos parques, rios e floresta e o facilitado acesso à Argentina e ao Paraguai, a cidade tem forte movimentação turística o ano inteiro. Em 2007, o Parque Nacional do Iguaçu, somando os lados brasileiro e argentino, recebeu dois milhões de visitantes.
Próximo às Cataratas, um campo de desafios oferece atividades como rapel, rafting, arvorismo, tirolesa e escalada em diferentes graus de dificuldade, acessíveis a todas as idades. Também dentro do Parque Nacional, os amantes das caminhadas ecológicas dispõem da trilha poço preto, nove quilômetros que podem ser percorridos a pé, de bicicleta ou de carretinha, com direito a apreciar a fauna e a flora e visitar a lagoa poço preto e o observatório das aves. Ao final da trilha, encontra-se a Ilha da Taquara e a opção de passeio em caiaques ou retorno em barco bimotor.
Mas se a trilha poço preto é um passeio opcional dentro do Parque, a trilha das cataratas é, obviamente, passeio obrigatório. Com boas condições de limpeza e segurança na caminhada (opção única de percurso em piso de pedra ou cimentado), a trilha é bem menos extensa que o prazer e o deslumbramento provocados a cada mirante por onde se passa e de onde se vê as cataratas sob diferentes ângulos. Um passeio de encher os olhos. Tanto que o Parque Nacional do Iguaçu foi reconhecido, em 1986, pela Unesco, como Patrimônio Natural da Humanidade.
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