A professora e jornalista Adísia Sá foi a primeira a exercer a função no O POVO. É ombudsman emérita do jornal. Veja a sua biografia
10/03/2005 10:13

Adísia Sá inaugurou a função de ombudsman no O POVO em 1994, sendo reconduzida no ano seguinte. Voltou a exercer a função por outras duas vezes, em 1997 e 2000, sendo nomeada ombudsman emérita do jornal. Também foi ombudsman da rádio AM do Povo nos anos de 1998 e 1999.
A professora Adísia, tratamento que todos lhe dedicam, tem 50 anos de jornalismo, completados em 2005. O primeiro curso de Jornalismo no Ceará surgiu a partir de sua iniciativa, organizando o grupo fundador do curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC), na qual aposentou-se. Formou várias gerações de jornalistas na UFC, universidade da qual é professora emérita.
Iniciou a sua carreira na Gazeta de Notícias, passou pelo O Estado, O Dia, até fixar-se no O POVO, no qual continua até hoje escrevendo um artigo semanal. Foi comentarista em várias emissoras de televisão, atividade que continua a exercer diariamente na AM do Povo.
A jornalista também ocupou diversos cargos de direção em entidades de classe, em diversos mandatos: Associação Cearense de Imprensa, Sindicato dos Jornalistas do Ceará e Federação Nacional dos Jornalistas.
Escritora, publicou “Metafísica para quê?”, “Fenômeno Metafísico”, “Introdução à Filosofia”, “Ensino de Jornalismo no Ceará”, “Biografia de um Sindicato” (sobre o Sindicato dos Jornalistas do Ceará), “Capitu conta Capitu” (no qual a história de “Dom Casmurro”, o livro de Machado de Assis, é contado sob a perspectiva da personagem feminina), “Clube dos Ingênuos” (a respeito de sua experiência como ombudsman) , “Traços de União” (sobre o fundador do O POVO, Demócrito Rocha, sua família e de pessoas que lhe eram próximas) e “O Jornalista Brasileiro”. Em parceria publicou “Ensino de Filosofia no Ceará” (coordenadora), “Fundamentos Científicos da Comunicação” (coordenadora) e “Ombudsmen/Ouvidores: Transparência, Mediação e Cidadania” (coletanea de textos sobre o assunto).
É licenciada em Filosofia Pura pela Faculdade Católica de Filosofia, agregada à Universidade Federal do Ceará, e livre docente com grau de doutor em Filosofia e Comunicação, pela Universidade Federal Rural de Pernambuco.
Varrer a sala e jogar o lixo debaixo do tapete? Vestir um paletó com uma bermuda jeans desbotada? É assim que vejo a nossa Fortaleza Bela quando chega a alta estação: vamos "organizar a beira mar" para os turistas limparem a vista. Que tristeza.... Fortaleza tem um potencial turístico-paisagístico lindo que não é visto (ceguiera, quanta cegueira!). Refiro-me ao encanto de nossas lagoas: Messejana, Parangaba, Mondubim, Maraponga, entre outras Estão sendo invadidas, soterradas, poluídas... Acordemos. Fortaleza não é mais aquela cidade do século XIX. É uma metróplole! Precisamos criar outros espaços além da beira-mar. Precisamos preservar e urbanizar as NOSSAS LAGOAS. NOSSAS LAGOAS são importantes pólos de lazer para uma população que reside longe do calçadão da beira-mar. É preciso acordar para tudo isso e mais: são NOSSAS LAGOAS verdadeiros oásis no meio deste deserto de asfalto e edificações, podem e devem colaborar para amenizar o nossa clima cada vez mais insuportável. Professora Adísia, a senhora poderia levantar esta bandeira em favor de NOSSA CIDADE? Os fortalezenses precisam de outros espaços para uma caminhada, para correr, passear com seus filhos etc. Precisamos de outros "calçadões"! Prefeita, (parabens!)vamos lá! Fortaleza acredita em sua administração. Abraços
wanglais lima carvalho