29/08/2007 22:47

Rita e Joana são exceções num meio dominado por homens. As circunstâncias as tornaram pescadoras. E é do açude Banabuiú que elas tiram o pão de cada dia, todas as tardes. "Meu marido trabalhava na Prefeitura, mas perdeu o emprego e agora faz bicos. Então, quando meus dois filhos vão pra aula, venho pescar", explica Rita Maria Bezerra de Melo, 31. No momento, a parceira de pesca Joana Darc Pereira Costa, 33, necessita ainda mais dos cada vez mais raros peixes do Banabuiú. Divorciada, ela tem que se virar para alimentar os cinco filhos, de 17 a quatro anos. "A vida de pescador é muito difícil, ainda mais para uma mulher, que não tem tanta força como os homens. Depois de um dia de sol, a gente fica acabada".
Leia mais sobre esse assunto