Jornal O POVO Leia o Jornal de Hoje


Mundo

ONU retira 14 voluntários para o Quênia


Diminuir a fonte do texto Aumentar a fonte do texto

29/12/2006 02:07


A Organização das Nações Unidas (ONU) retirou ontem para o Quênia 14 funcionários humanitários da Somália. Treze dos 14 removidos são vinculados a organizações não-governamentais (ONGs) e o outro trabalhava para o Programa Mundial de Alimentos, segundo informou o porta-voz do PMA em Nairóbi, Peter Smerdon. Os deslocados são de nacionalidades queniana, suíça, sul-coreana, norte-americana, norueguesa, britânica e ugandense.

Um grupo de ulemás (teólogos muçulmanos) sauditas acusou os norte-americanos de praticar terrorismo internacional por seu apoio aos etíopes na invasão da Somália. Os 14 ulemás afirmaram num comunicado que "a agressão contra a Somália não é mais que um episódio da campanha mundial contra o mundo muçulmano, sob a direção da aliança dos cruzados, que têm como líder os Estados Unidos".

Eles acrescentaram que "a aliança dos cruzados e norte-americanos com o agressor etíope não é mais que o prosseguimento das uniões com os judeus sionistas e os rafidhas (termo pejorativo para os xiitas) contra os muçulmanos. Isto prova a necessidade de continuar a guerra santa defensiva contra o governo norte-americano extremista".

Entre os ulemás que firmaram o comunicado, todos sunitas, estão o xeque Safar al-Hawali, ex-professor de Teologia da Universidade de Oum al-Qura, em Meca, e o xeque Nasser bin Suleyman al-Omer, da Faculdade de Teologia da Universidade Islâmica do Imã Mohammed bin Saud, em Riad. (das agências)

Leia mais sobre esse assunto


Comente esta Notícia

Clique aqui para comentar



Adicionar O POVO como Página Inicial · Adicionar O POVO aos Favoritos · Política de privacidade · Assine · Publicidade · Contato

Publicidade