19/07/2008 14:13

1968 - Sobrevivente do acidente aviatório que vitimou o marechal Humberto de Alencar Castelo Branco e mais quatro pessoas, Emílio Celso Moura Chagas (foto), co-piloto, fez um depoimento à reportagem do O POVO, afirmando categoricamente que "no acidente nós não tivemos culpa, não sei a quem atribuí-la, nossa é que não foi". E mais adiante falou: "Nós não penetramos nas áreas dos jatos. Nós é que fomos atingidos e derrubados. Mas, também, não posso culpar a esquadrilha da FAB". Outro detalhe do acidente, amplamente divulgado, foi o de que o ex-presidente teria visto a aproximação da esquadrilha e advertido a tripulação. Segundo Emílio, "isso não é verdade, é especulação; ninguém viu nada; sentimos apenas o choque". A conversa de que Castelo havia solicitado para sobrevoar as linhas da Chesf, em Mondubim, fato que teria provocado o acidente, foi contestado pelo único sobrevivente do acidente que vitimou Castelo Branco.