12/04/2008 20:32

A duplicação da avenida Sargento Hermínio, a reforma e ampliação dos terminais de ônibus do Antônio Bezerra e Papicu e a duplicação da rua Justiniano de Serpa, para permitir a ligação direta da avenida Domingos Olímpio à Bezerra de Menezes. Serão as primeiras obras do Transfor. As de largada vão durar 11 meses. Deverão começar ainda no final deste mês, segundo o coordenador do programa, Daniel Lustosa. Como já se passaram dez anos desde que o projeto foi concebido e iniciado e desapropriações nunca são tão fáceis e rápidas, a cautela manda dizer que é o prazo previsto.
Quando as intervenções começarem de fato, serão muitas. Vão durar cinco anos. Virão 82 km de novas vias, sendo 45 km de corredores exclusivos para ônibus, 14 km de vias duplicadas e 23 km de ruas e avenidas restauradas. Entre as principais a mudarem: Bezerra de Menezes, Sargento Hermínio, Augusto dos Anjos, Jovita Feitosa, 13 de Maio, Pontes Vieira e Justiniano de Serpa. Pelo que diz o programa, todo quilômetro alterado pelo Transfor terá drenagem e pavimentação.
“O foco não é a obra em si, mas o deslocamento da população”, garante Lustosa. Segundo ele, o projeto irá abranger todos os tipos de deslocamento urbano. Fortaleza ganhará 30 km de ciclovias e uma frota nova de 200 ônibus articulados, que levam 180 passageiros cada. Outros dois terminais, Parangaba e Siqueira, também serão ampliados mais adiante. A BR-116 também deverá receber faixa exclusiva para ônibus, ciclovia, pavimentação nova, passarelas revistas. (CR)
Frota
Daqui a cinco anos, quando o Transfor for completado e o metrô já estiver operando, deverão ser mais 200 mil veículos na cidade. A Capital terá 287 anos. Ainda não será um caos como o de São Paulo, com seus 6 milhões de veículos. Mas será ainda um grande problema para Fortaleza resolver. Talvez até lá o sinal no viaduto desapareça.
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