Flávio Pinto
da Redação
Dois policiais civis, um aspirante da PM e dois comerciantes se envolveram numa briga que foi parar no 11º DP. A confusão começou depois de uma investigação contra uma sucata
08/10/2008 00:27
Uma confusão envolvendo policiais civis, um aluno (aspirante) da Policial Militar e comerciantes, iniciada na avenida José Bastos, foi parar no 11º Distrito Policial (Panamericano). Além dos brigões, a confusão também levou até o local oficiais da PM e os delegados Jairo Pequeno, diretor do Departamento de Polícia Especializada, e Romério Almeida, da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas (DRFVC). Todos os envolvidos prestaram Boletim de Ocorrência uns contra os outros e foram expedidas guias para exame de corpo de delito, já que todos se disseram vítimas.
Segundo o delegado Romério Almeida, a confusão teve início no final da tarde de ontem, quando os policiais da DRFVC, Reginaldo Façanha e Antônio Marcos, foram investigar uma denúncia de que veículos estavam sendo depenados em frente a uma sucata na avenida José Bastos. "Ao chegar no local, os policiais foram desrespeitados pelo dono da sucata. Houve discussão, bate-boca e um aspirante da PM que estava no local também entrou na discussão. Em poucos minutos, a discussão transformou-se numa agressão generalizada", contou Almeida.
O aspirante a oficial da PM, Relthman Pereira Sousa, disse ao O POVO, na delegacia, que estava na sucata para fazer o pagamento da parcela de um veículo ao dono do estabelecimento identificado por Evandro. "Estava observando outros carros, quando percebi que o Evandro estava sendo agredido. Fui tentar acalmar os ânimos e levei um tapa no rosto. Dei voz de prisão ao policial agressor e acionei o Ronda (do Quarteirão)", disse o aluno da PM, mostrando a parcela paga do automóvel.
Além da equipe do Ronda do Quarteirão, foram ao local os delegados Jairo Pequeno e Romério Almeida e mais policiais civis da DRFVC. Diante da confusão, todos os envolvidos no caso foram conduzidos para o 11º DP, onde foram ouvidos pelo delegado José Maria Raulino. Em depoimento na delegacia, os policiais Antônio Marcos e Reginaldo afirmaram terem sido desacatados pelo dono da sucata. "Eles tentaram tomar minha arma", acusou o policial Reginaldo durante o interrogatório. "Depois fui agredido verbalmente e fisicamente", completou.
O diretor do DPE esclareceu ao O POVO que todos os envolvidos foram submetidos a exame de corpo de delito. "Nesse momento não podemos afirmar quem tem razão. Acredito que tenha ocorrido uma briga desnecessária. De qualquer forma, a Polícia vai instaurar o inquérito e apurar se há culpados. Depois, o caso remetido para justiça a quem cabe julgar e punir os responsáveis", finalizou. Depois de ouvidos, todos foram liberados.
Comentário no mínimo tendencioso, pra não dizer outras coisas. Ainda não existem informações, nem na matéria e nem no inquérito, suficientes para denegrir a imagem de uma pessoa. ACORDA BRASIL.
CARLOS MARCOS SEVERO DE OLIVEIRA
E olhem que o Sr. Relthman Pereira Sousa, é apenas um aspirante a oficial da PM, e já está envolvido em confusão. Imagino quando for oficial de verdade...Vou guardar esse nome.
Francisco Mendes
Interessante, os civis estavam indo pegar toco na sucata e qd o aspirante apareceu vieram com essa desculpa de "denúncia"? Não adianta inventar essa de denúncia pq todos sabem que policial civil só faz pegar toco de traficante e dono de sucata só que dessa vez se deram mal. E olhem que ainda aparece um tal de francisco mendes, que deve ser inspetor tb pra apoiar os "amigos".
Edson Santos