Fortaleza
"Inimigos do Cocó": O POVO aponta problemas em 2006
29 Abr 2008 - 00h35min
Não é de hoje a preocupação em se atenuar a ação dos "inimigos do Cocó". Em uma de suas matérias acerca do assunto, um ano e cinco meses atrás, O POVO voltava a apresentar os problemas do manguezal de 1.155,20 hectares que forma a maior reserva verde de Fortaleza. A matéria da repórter Mariana Toniatti apontava, como alguns desses inimigos, as carvoarias clandestinas abertas em clareiras no mangue e a poluição constante das águas do rio Cocó.
Para transformar madeira em carvão, os "inimigos do parque" derrubam a mata nativa, cavam uma vala na terra e improvisam fornos. Só em 2005, por exemplo, mais de 15 carvoarias ilegais foram fechadas no Parque do Cocó, segundo a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Semace), à época. Em 2002, a equipe que realizava o Inventário Ambiental de Recursos Hídricos e Orla Marítima de Fortaleza encontrou 16 carvoarias do tipo.
Em matéria publicada em novembro de 2006 no O POVO, o professor do departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará (UFC), Jeovah Meireles, já dava um diagnóstico negativo em relação às águas do Cocó: "Numa visão integrada, a Bacia do Rio Cocó está poluída, o saneamento básico não é suficiente e a mata ciliar está bastante deteriorada. Tudo isso concentra-se e agrava-se quando o rio chega a Fortaleza, onde ele está assoreado e tem muito lixo". No leito do rio, já se chegou a retirar, em uma operação de limpeza em 2005, até pedaços de sofá e de geladeira.(RC)
ACESSE
Leia a matéria Os inimigos do Parque do Cocó, na íntegra, acessando: www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/649151.html
Para transformar madeira em carvão, os "inimigos do parque" derrubam a mata nativa, cavam uma vala na terra e improvisam fornos. Só em 2005, por exemplo, mais de 15 carvoarias ilegais foram fechadas no Parque do Cocó, segundo a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Semace), à época. Em 2002, a equipe que realizava o Inventário Ambiental de Recursos Hídricos e Orla Marítima de Fortaleza encontrou 16 carvoarias do tipo.
Em matéria publicada em novembro de 2006 no O POVO, o professor do departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará (UFC), Jeovah Meireles, já dava um diagnóstico negativo em relação às águas do Cocó: "Numa visão integrada, a Bacia do Rio Cocó está poluída, o saneamento básico não é suficiente e a mata ciliar está bastante deteriorada. Tudo isso concentra-se e agrava-se quando o rio chega a Fortaleza, onde ele está assoreado e tem muito lixo". No leito do rio, já se chegou a retirar, em uma operação de limpeza em 2005, até pedaços de sofá e de geladeira.(RC)
ACESSE
Leia a matéria Os inimigos do Parque do Cocó, na íntegra, acessando: www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/649151.html
Dê sua nota clicando nas estrelas
Compartilhar essa notícia o que é isso?
- O POVO aponta problemas em 2006&url=http://www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/784499.html" target="_blank">



- O POVO aponta problemas em 2006&u=http://www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/784499.html" target="_blank">

- O POVO aponta problemas em 2006" target="_blank">

- O POVO aponta problemas em 2006" target="_blank">

Comentar esta notícia
Importante: Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade de seus autores e as conseqüências derivadas deles podem ser passíveis de sanções legais. O usuário que incluir em suas mensagens algum comentário que viole o regulamento será eliminado e inabilitado para voltar a comentar.
Mais Notícias
Últimas
Indique esta notícia



