Fortaleza
BOSQUE
1.162 mudas serão plantadas na Uece
23 Fev 2008 - 01h20min
Professores e estudantes da Universidade Estadual do Ceará (Uece) iniciaram ontem de manhã a plantação de 1.162 mudas de plantas nativas, exóticas e frutíferas no campus da universidade. A manhã chuvosa contribuiu e deixou a terra úmida e favorável para o plantio. As mudas, entre aroeira, tamarindo, eucalipto e canafístula, foram doadas pela Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA) e serão plantadas ao longo da próxima semana.
O professor do curso de Geografia e doutor em Ecologia, Arnóbio Cavalcante, colabora com a iniciativa. "Embora seja pouco cada um plantar uma árvore, há um reflexo na educação e no encorajamento para que outras pessoas vejam como é fácil plantar uma árvore. Acho que vou para o céu, por que, até agora, já plantei mais de três mil", brinca. Conforme ele, uma pessoa que chega aos 75 anos consumiu ao longo da vida 300 árvores.
O professor também destaca o papel que as árvores têm na minimização dos efeitos do aquecimento. Segundo Arnóbio, a idéia é criar um bosque no campus, que tem 103 hectares de extensão. "Em dez anos, teremos calçadas sombreadas no campus."
O estudante de Ciências Biológicas e integrante do Núcleo de Estudos Permaculturais do Semi-Árido, Carlos Piffero, explica que os estudantes poderão adotar uma árvore e cuidar dela. Na medida em que os espaços do campus forem sendo ocupados, conforme ele, o projeto poderá ser estendido para a comunidade.
O professor do curso de Geografia e doutor em Ecologia, Arnóbio Cavalcante, colabora com a iniciativa. "Embora seja pouco cada um plantar uma árvore, há um reflexo na educação e no encorajamento para que outras pessoas vejam como é fácil plantar uma árvore. Acho que vou para o céu, por que, até agora, já plantei mais de três mil", brinca. Conforme ele, uma pessoa que chega aos 75 anos consumiu ao longo da vida 300 árvores.
O professor também destaca o papel que as árvores têm na minimização dos efeitos do aquecimento. Segundo Arnóbio, a idéia é criar um bosque no campus, que tem 103 hectares de extensão. "Em dez anos, teremos calçadas sombreadas no campus."
O estudante de Ciências Biológicas e integrante do Núcleo de Estudos Permaculturais do Semi-Árido, Carlos Piffero, explica que os estudantes poderão adotar uma árvore e cuidar dela. Na medida em que os espaços do campus forem sendo ocupados, conforme ele, o projeto poderá ser estendido para a comunidade.
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