21/06/2007 01:11
Quando o problema da praça é referente à iluminação, qualquer cidadão pode comunicá-lo à Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania (AMC). Em novas obras e manutenção, o órgão já gastou em 2007 cerca de R$ 9 milhões e 683 mil. O dinheiro vem de uma taxa mensal impressa em cada conta de luz do fortalezense. É a Contribuição de Iluminação Pública (CIP), que rende à AMC um montante acima do que ela utiliza para a iluminação de toda a cidade, incluindo as praças. Ou seja, gasta-se menos do que se arrecada. De janeiro a abril, por exemplo, houve um saldo da CIP de R$ 7 milhões e 355 mil. O superávit é revertido para o tesouro municipal, através da Secretaria de Finanças (Sefin).
No ano passado, a AMC iluminou completamente 60 praças. Recentemente foi finalizada a iluminação da Praça da Igreja Mãe Rainha, no bairro Edson Queiroz. Ao todo, foram gastos R$ 132 mil nessa obra. esteve no local no último dia 5 e verificou que os novos postes estão realmente lá, em pleno funcionamento. Mas é só. "Aqui falta mesmo é limpar e botar banco", diz a dona-de-casa Solange Brito, 53, moradora das imediações. Sim, a praça tem postes novos, mas não tem bancos e o mato toma a maior parte da área.
De acordo com a AMC, a iluminação de 94 praças foi toda renovada em 2005 e 2006.
"Sempre que vemos necessidade, é elaborado um projeto, feito o orçamento e emitida a ordem de serviço. E temos uma demanda diária. Qualquer obra leva no mínimo 90 dias por conta da demanda", disse ao o presidente da AMC, Flávio Patrício. O gestor afirmou ainda que o maior problema enfrentado pelo órgão é com os roubos de cabos. "O prejuízo maior do roubo de cabo não é nem o material em si, é o transtorno para o cidadão que mora na área, porque compromete a segurança".
SERVIÇO
Telefone da AMC para denunciar problemas com iluminação de praças: 0800 2802115.
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