Fortaleza
CASO VALTER PORTELA
Policiais fazem apreensões em empresa de PM
Polícia cumpre mandado de busca e apreensão na empresa de segurança do sargento João Augusto da Silva Filho, o Joãozinho Katanã
Nicolau Araújo
da Redação
09 Mai 2007 - 01h39min
Policiais da Delegacia de Capturas vasculharam ontem a empresa de segurança privada JYK Vigilância Eletrônica, no Autran Nunes, que pertenceria ao sargento João Augusto da Silva Filho, o Joãozinho Katanã. O policial militar está com prisão preventiva decretada, desde a última semana, após ser indiciado no caso Valter Portela. Diante do mandado de busca e apreensão, expedido pela 14ª Vara Criminal, os policiais da Capturas levaram para a Justiça vários CDs, um livro de ficha cadastral, coletes à prova de balas, botas militares, além de cassetetes e peças de roupas pretas.
Os policiais também estavam com um mandado de prisão, mas o sargento não foi encontrado no local. Segundo um policial da Capturas, somente a esposa de Joãozinho Katanã apareceu na empresa e assegurou que o marido não teria nenhum envolvimento com o caso. A esposa disse ainda que não estaria mantendo nenhum contato telefônico com o marido, mas irá aconselhá-lo a se entregar, assim que conseguir alguma comunicação.
Joãozinho Katanã teve a prisão preventiva decretada por ter sido citado no depoimento da testemunha Ana Bruna Queiroz como pistoleiro. Horas após prestar depoimento, a testemunha foi assassinada com três tiros, na Aerolândia. Há um ano e meio, o sargento foi condenado a 13 anos de reclusão, pelo assassinato de um homem que trabalhava com cobranças. Ele deveria ter ido a julgamento, na última sexta-feira, no Fórum Clóvis Beviláqua, por um outro crime de homicídio. Mas não compareceu e o advogado de defesa conseguiu um adiamento.
A série de execuções teve início em março último, quando o comerciante Valter Portela foi morto a tiros, no Siqueira, no interior do seu próprio veículo. Em outubro de 2005, Valter Portela denunciou um esquema de extorsão envolvendo um delegado, dois inspetores da Polícia Civil, um PM e um advogado. Para se livrar de uma ameaça, ele teria pago R$ 12,3 mil ao grupo. Ademir Mendes de Paula, um ex-soldado, que executou o comerciante, foi assassinado no mês seguinte, no Loteamento Alvoredo. A sua companheira, a adolescente Ana Bruna Queiroz denunciou um suposto esquema e também foi assassinada, cinco dias depois.
Uma força-tarefa que envolve três delegados passou a investigar os crimes e apontou como responsáveis policiais militares e o irmão do comerciante, o também comerciante João Batista Portela, que está foragido.
Os policiais também estavam com um mandado de prisão, mas o sargento não foi encontrado no local.
Os policiais também estavam com um mandado de prisão, mas o sargento não foi encontrado no local. Segundo um policial da Capturas, somente a esposa de Joãozinho Katanã apareceu na empresa e assegurou que o marido não teria nenhum envolvimento com o caso. A esposa disse ainda que não estaria mantendo nenhum contato telefônico com o marido, mas irá aconselhá-lo a se entregar, assim que conseguir alguma comunicação.
Joãozinho Katanã teve a prisão preventiva decretada por ter sido citado no depoimento da testemunha Ana Bruna Queiroz como pistoleiro. Horas após prestar depoimento, a testemunha foi assassinada com três tiros, na Aerolândia. Há um ano e meio, o sargento foi condenado a 13 anos de reclusão, pelo assassinato de um homem que trabalhava com cobranças. Ele deveria ter ido a julgamento, na última sexta-feira, no Fórum Clóvis Beviláqua, por um outro crime de homicídio. Mas não compareceu e o advogado de defesa conseguiu um adiamento.
A série de execuções teve início em março último, quando o comerciante Valter Portela foi morto a tiros, no Siqueira, no interior do seu próprio veículo. Em outubro de 2005, Valter Portela denunciou um esquema de extorsão envolvendo um delegado, dois inspetores da Polícia Civil, um PM e um advogado. Para se livrar de uma ameaça, ele teria pago R$ 12,3 mil ao grupo. Ademir Mendes de Paula, um ex-soldado, que executou o comerciante, foi assassinado no mês seguinte, no Loteamento Alvoredo. A sua companheira, a adolescente Ana Bruna Queiroz denunciou um suposto esquema e também foi assassinada, cinco dias depois.
Uma força-tarefa que envolve três delegados passou a investigar os crimes e apontou como responsáveis policiais militares e o irmão do comerciante, o também comerciante João Batista Portela, que está foragido.
Os policiais também estavam com um mandado de prisão, mas o sargento não foi encontrado no local.
Dê sua nota clicando nas estrelas
Comentar esta notícia
Importante: Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade de seus autores e as conseqüências derivadas deles podem ser passíveis de sanções legais. O usuário que incluir em suas mensagens algum comentário que viole o regulamento será eliminado e inabilitado para voltar a comentar.
Mais Notícias
Últimas
Indique esta notícia









