Fortaleza
SEGUNDA FASE
Uece encerra provas do vestibular hoje
Mais de seis mil candidatos fizeram uma prova de Redação e uma específica ontem para segunda fase do vestibular da Universidade Estadual do Ceará (Uece)
Henriette de Salvi
da Redação
18 Dez 2006 - 01h20min
As amigas Amanda Aragão, 17, e Mariana Marques, 17, sentaram no chão do Campus do Itaperi tranqüilamente depois da prova para esperar outros colegas. Elas e mais 6.404 candidatos participaram ontem do primeiro dia da segunda etapa do concurso vestibular 2007.1 da Universidade Estadual do Ceará (Uece). "Eu sou uma pessoa calma", justifica Amanda, mas confessa o motivo: "Todos os meus vizinhos estão rezado e trouxe comigo a medalha de Santo Expedito", conta. A segunda fase do concurso será encerrada hoje com duas provas específicas.
Mariana admite que ficou um pouco mais nervosa. "Apesar de não ser exatamente o curso que eu queria. Fiz para Nutrição que é o mais próximo de odonto (Odontologia)", explica. As estudantes buscam não apenas uma profissão, mas independência na vida familiar. "Tem a cobrança dos pais porque pagam altos preços de mensalidade, além do fato que a gente passou a vida inteira estudando para isso", diz Amanda, que tentou o curso de Ciências Biológicas. Mariana concorda. Para ela, passar no vestibular significa também mais liberdade. "Se a gente passar eles param de 'pegar no pé'", brinca.
Para Ivan Mororó, 38, a busca é por independência financeira. Faltando seis cadeiras para se formar como Engenheiro Elétrico, Mororó recebeu a notícia de que para ser um professor concursado precisaria de uma licenciatura. "Resolvi então fazer o vestibular para o curso de Química, já que engenharia é bacharelado", conta. Ele espera que, dentro de um ano e meio, o novo Governo Estadual realize concursos.
Quanto a prova, Mororó também não demonstrava nervosismo. "Achei mais fácil do que eu esperava, talvez porque a específica seja uma matéria muito familiar por conta do meu curso de engenharia", justifica. A prova de redação também não assustou o estudante. "Por incrível que pareça caiu um tema que gosto muito que é carta. Não de amor, mas para vestibular, que é uma coisa que eu sei", comemora.
Segundo o professor Marcondes França, da Comissão do Vestibular, o vestibular não é mais um "bicho papão". "Com tantas faculdades, a prova não é mais como antigamente, hoje os alunos têm só aquele nervosismo por conta da concorrência", lembra.
A 1ª fase foi realizada no dia 26 de novembro e estavam inscritos 25.048 candidatos para 1.793 vagas. Hoje, os candidatos vão fazer mais duas provas específicas, com 20 questões de múltipla escolha. As provas estão sendo aplicadas no Campus do Itaperi, Centro de Humanidades, Colégio Juarez Távora e nas seis unidades da Uece no Interior do Estado: Quixadá, Tauá, Limoeiro do Norte, Crateús, Iguatu e Itapipoca.
Mariana admite que ficou um pouco mais nervosa. "Apesar de não ser exatamente o curso que eu queria. Fiz para Nutrição que é o mais próximo de odonto (Odontologia)", explica. As estudantes buscam não apenas uma profissão, mas independência na vida familiar. "Tem a cobrança dos pais porque pagam altos preços de mensalidade, além do fato que a gente passou a vida inteira estudando para isso", diz Amanda, que tentou o curso de Ciências Biológicas. Mariana concorda. Para ela, passar no vestibular significa também mais liberdade. "Se a gente passar eles param de 'pegar no pé'", brinca.
Para Ivan Mororó, 38, a busca é por independência financeira. Faltando seis cadeiras para se formar como Engenheiro Elétrico, Mororó recebeu a notícia de que para ser um professor concursado precisaria de uma licenciatura. "Resolvi então fazer o vestibular para o curso de Química, já que engenharia é bacharelado", conta. Ele espera que, dentro de um ano e meio, o novo Governo Estadual realize concursos.
Quanto a prova, Mororó também não demonstrava nervosismo. "Achei mais fácil do que eu esperava, talvez porque a específica seja uma matéria muito familiar por conta do meu curso de engenharia", justifica. A prova de redação também não assustou o estudante. "Por incrível que pareça caiu um tema que gosto muito que é carta. Não de amor, mas para vestibular, que é uma coisa que eu sei", comemora.
Segundo o professor Marcondes França, da Comissão do Vestibular, o vestibular não é mais um "bicho papão". "Com tantas faculdades, a prova não é mais como antigamente, hoje os alunos têm só aquele nervosismo por conta da concorrência", lembra.
A 1ª fase foi realizada no dia 26 de novembro e estavam inscritos 25.048 candidatos para 1.793 vagas. Hoje, os candidatos vão fazer mais duas provas específicas, com 20 questões de múltipla escolha. As provas estão sendo aplicadas no Campus do Itaperi, Centro de Humanidades, Colégio Juarez Távora e nas seis unidades da Uece no Interior do Estado: Quixadá, Tauá, Limoeiro do Norte, Crateús, Iguatu e Itapipoca.
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