Gol
INCLUSÃO
Competindo pela igualdade
Vencer o preconceito e despertar a sociedade para os problemas enfrentados pelos portadores de deficiência. Os Jogos Parapan-Americanos do Rio de Janeiro começam hoje. Seis cearenses competem nos Jogos
11 Ago 2007 - 17h17min
Um dos principais preceitos do esporte, a inclusão social, vai ganhar mais força a partir deste domingo, com o início dos Jogos Parapan-Americanos do Rio de Janeiro. A competição, específica para atletas portadores de algum tipo de deficiência física, prossegue até o dia 19 de agosto e reunirá cerca de 1.300 competidores, de 26 países das Américas.
Além da disputa pelas medalhas em dez modalidades esportivas, os atletas lutam sobretudo pela chance de despertar a sociedade para os problemas enfrentados pelos portadores de deficiência. Esta será a terceira edição do Parapan, contudo, pela primeira vez o evento ocorrerá na seqüência e no mesmo local do Pan-Americano. A estrutura para as competições também será a mesma utilizada no Pan, inclusive a Vila Pan-Americana, que hospeda os atletas.
As modalidades em disputa serão atletismo, basquete em cadeira de rodas, natação, levantamento de peso, futebol de 5, futebol de 7, judô, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas e vôlei sentado. A competição é classificatória para a Paraolimpíada de 2008, em Pequim, na China.
O Ceará vai ter seis representantes no Parapan. Maria Joselita da Silva, no arremesso de peso, lançamento de dardo e de disco; Edivaldo Prado, na natação, categoria S3; Ernande Quirino, no levantamento de peso; e os mesa-tenistas Francisco Eugênio Braga, Francisco Welington de Melo e Antônio Carlos Barbosa de Melo.
A cerimônia de abertura acontece hoje na Arena Olímpica, na Cidade dos Esportes, dentro do Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Jacarepaguá. As duas edições oficiais do Parapan ocorreram na Cidade do México, em 1999, e em Mar del Plata, na Argentina, em 2003. Mas desde 1967, em Winnipeg, no Canadá, são realizadas edições não-oficiais dos Jogos, no total de 11 eventos.
Críticas
O discurso do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Organizador dos Jogos Pan-Americanos (CO-Rio) é o de que o Parapan receberá a mesma atenção que o Pan do Rio. Porém, a realidade não tem sido tão alentadora. "A sensação que ficou foi a de que eles fizeram o Pan e deram o que sobrou para o Parapan", criticou o presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Vital Severino Neto.
OS CEARENSES NO PARAPAN
- Maria Joselita da Silva - Atletismo, cat. F54.
- Edivaldo Prado Junior - Natação, cat. S3.
- Ernande Quirino da Silva - Levantamento de peso.
- Francisco Eugênio Braga Sales - tênis de mesa, cat. C1.
- Francisco Welington de Melo - tênis de mesa, cat. C8.
- Antônio Carlos Barbosa de Melo - tênis de mesa, cat C10.
Além da disputa pelas medalhas em dez modalidades esportivas, os atletas lutam sobretudo pela chance de despertar a sociedade para os problemas enfrentados pelos portadores de deficiência. Esta será a terceira edição do Parapan, contudo, pela primeira vez o evento ocorrerá na seqüência e no mesmo local do Pan-Americano. A estrutura para as competições também será a mesma utilizada no Pan, inclusive a Vila Pan-Americana, que hospeda os atletas.
As modalidades em disputa serão atletismo, basquete em cadeira de rodas, natação, levantamento de peso, futebol de 5, futebol de 7, judô, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas e vôlei sentado. A competição é classificatória para a Paraolimpíada de 2008, em Pequim, na China.
O Ceará vai ter seis representantes no Parapan. Maria Joselita da Silva, no arremesso de peso, lançamento de dardo e de disco; Edivaldo Prado, na natação, categoria S3; Ernande Quirino, no levantamento de peso; e os mesa-tenistas Francisco Eugênio Braga, Francisco Welington de Melo e Antônio Carlos Barbosa de Melo.
A cerimônia de abertura acontece hoje na Arena Olímpica, na Cidade dos Esportes, dentro do Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Jacarepaguá. As duas edições oficiais do Parapan ocorreram na Cidade do México, em 1999, e em Mar del Plata, na Argentina, em 2003. Mas desde 1967, em Winnipeg, no Canadá, são realizadas edições não-oficiais dos Jogos, no total de 11 eventos.
Críticas
O discurso do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Organizador dos Jogos Pan-Americanos (CO-Rio) é o de que o Parapan receberá a mesma atenção que o Pan do Rio. Porém, a realidade não tem sido tão alentadora. "A sensação que ficou foi a de que eles fizeram o Pan e deram o que sobrou para o Parapan", criticou o presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Vital Severino Neto.
OS CEARENSES NO PARAPAN
- Maria Joselita da Silva - Atletismo, cat. F54.
- Edivaldo Prado Junior - Natação, cat. S3.
- Ernande Quirino da Silva - Levantamento de peso.
- Francisco Eugênio Braga Sales - tênis de mesa, cat. C1.
- Francisco Welington de Melo - tênis de mesa, cat. C8.
- Antônio Carlos Barbosa de Melo - tênis de mesa, cat C10.
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