28/07/2007 16:28
O momento funk da festa vai ter até um grupo de dançarinas. As meninas pediram para usar shortinho, bem curtinho, como fazem nos legítimos bailes funks da periferia carioca. Mas o traje foi vetado. Vão estar todas de barriga de fora e calça jeans bem justinha. O menino baiano Kainã do Jeje, de 12 anos, que na festa de abertura tocou rum, instrumento típico do candomblé, acompanhado por 1500 ritmistas, também vai voltar ao palco no encerramento. Todo roteiro da festa está preparado há meses, mas os diretores decidiram fazer uma modificação. Vão homenagear as vítimas do acidente da TAM, ocorrido em Congonhas, São Paulo, durante o Pan.
Um espetáculo de fogos de artifício vai encerrar a cerimônia. O foguetório vai ser mais intenso do que o da festa de abertura. Tanto que os organizadores pedem que os pais levem pedaços de algodão para proteger os ouvidos das crianças. A intenção da empresa responsável pelos fogos, a mesma que faz o réveillon na Praia de Copacabana, é iluminar o estádio. E a pira será apagada mas vai continuar no Maracanã, como uma bela lembrança dos Jogos Pan-Americanos do Rio.
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