Gol
DENÚNCIA
Acusado nega venda ilegal de ingressos
15 Jun 2007 - 01h55min
Acusado de desviar meias-entradas para jogos de futebol em benefício de cambistas, o funcionário do Lojão do Fortaleza, Antônio de Pádua, o Dedé, negou ontem as denúncias. Ele é acusado pelo Ceará de ter vendido parte das meias-entradas destinadas ao Lojão para o clássico Fortaleza e Ceará, semana passada, com preço superfaturado. Conforme relato do cambista Francisco José Fernandes, flagrado vendendo as entradas no Castelão, os bilhetes foram adquiridos por R$ 7,50 cada, quando o preço correto seria de R$ 5,00.
O vendedor rebate a acusação. "Tenho todos os canhotos (dos ingressos) do último jogo lá na loja. É só pegar os ingressos dele (Francisco José Fernandes) e checar a numeração", diz. "Isso não existe, nunca existiu. Como é que eu posso distribuir se todo jogo a gente recebe só 300 meias(-entradas)", aponta.
A acusação contra Dedé foi protocolada pelo Ceará no Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon), na última quarta-feira. Ontem, o vendedor esteve no órgão para prestar esclarecimentos mas não chegou a depor. Segundo Dedé, o secretário-executivo do órgão, Antônio Carlos Costa, disse ainda não ter analisado o processo e pediu para que o acusado aguarde notificação. Caso o esquema seja comprovado, o Lojão do Fortaleza poderá ser multado entre R$ 417,00 e mais de R$ 6 milhões, por prejuízo ao consumidor. O POVO esteve ontem na residência de Francisco José mas não encontrou o cambista no local.
O vendedor rebate a acusação. "Tenho todos os canhotos (dos ingressos) do último jogo lá na loja. É só pegar os ingressos dele (Francisco José Fernandes) e checar a numeração", diz. "Isso não existe, nunca existiu. Como é que eu posso distribuir se todo jogo a gente recebe só 300 meias(-entradas)", aponta.
A acusação contra Dedé foi protocolada pelo Ceará no Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon), na última quarta-feira. Ontem, o vendedor esteve no órgão para prestar esclarecimentos mas não chegou a depor. Segundo Dedé, o secretário-executivo do órgão, Antônio Carlos Costa, disse ainda não ter analisado o processo e pediu para que o acusado aguarde notificação. Caso o esquema seja comprovado, o Lojão do Fortaleza poderá ser multado entre R$ 417,00 e mais de R$ 6 milhões, por prejuízo ao consumidor. O POVO esteve ontem na residência de Francisco José mas não encontrou o cambista no local.
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