No início dos trabalhos para o clássico-rei, o Fortaleza vive a incerteza de quem fará os gols do time. Contusões e falta de ritmo vêm deixando o técnico Marco Aurélio sem opções para definir o ataque
05/06/2007 01:33
Na semana do clássico-rei, o Fortaleza vive a incerteza de quem será o responsável pelos gols do time. O técnico Marco Aurélio já dá pistas de que vai permanecer com o esquema com um atacante, mas contusões e falta de ritmo vêm prejudicando a definição. Ricardinho, suspenso, Isaías, machucado, e Rinaldo e Adriano Chuva voltando de lesão deixam a equipe ainda sem referência na frente.
Caso Rinaldo se recupere até sexta-feira, a vaga é dele. E se Marco Aurélio resolver entrar com dois atacantes a questão é quem colocar ao lado do camisa 9. Chuva, que voltou a treinar, Bruno Mezenga, que aguarda regularização, e Cleiton são as opções. "Precisamos pensar direito para não queimar uma substituição", ressaltou o comandante tricolor. "Nós estamos em segundo lugar na competição, com o mesmo número de pontos do líder. Se a gente tivesse com quatro, cinco atacantes, estaríamos nessa posição?", questionou.
Para Marco Aurélio, todos deve cumprir várias funções. O técnico insistiu que, independente da tática, o pensamento é um só: vencer. E para isso precisa atacar. "O time do Fortaleza vai atacar, vai marcar e sair quando precisar. O importante é que todo mundo chegue na frente", afirmou.
Ontem, mais um atacante foi anunciado como reforço para a Série B. O argentino Gigena, 29, já atuou em 11 clubes, inclusive a Ponte Preta. O atleta faz exames médicos hoje pela manhã e deve ser apresentado à tarde, no Pici. O técnico Marco Aurélio disse que nunca trabalhou com o atacante e que apenas recebeu a notícia da diretoria. "Esse jogador já estava em negociação quando eu cheguei. Fui apenas informado do acerto", afirmou. Gigena não será o primeiro argentino a vestir a camisa tricolor. Em 2003, Marcelo Escudero teve uma passagem apagada pelo Leão.
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