21/03/2008 00:13

Ivna Bessa, 22, trabalha como estagiária na Procter & Gamble há cinco meses. Como a companhia não possui sede em Fortaleza, a estudante de jornalismo desempenha as suas funções em casa. "Minha obrigação é garantir que os planos de merchandising da empresa estejam sendo executados corretamente", explica.
A estudante destaca a questão da praticidade como o principal ponto positivo de se trabalhar em casa. "Acordo um pouco antes das 8h, ligo o computador e já estou trabalhando. Nada de enfrentar o trânsito", brinca. Como aspecto negativo, Ivna aponta a falta de contato face a face com os outros colegas de trabalho. "Falo com muita gente de todo o Brasil, muitas pessoas que nunca vi. No começo isso foi mais complicado, mas já estou me acostumando", afirma.
Ivna diz que encara o seu quarto como um verdadeiro escritório. "Procuro focar nas minhas atividades e evitar as distrações. Quando toca o telefone, uma ligação pessoal, por exemplo, e vejo que ainda estou em horário de trabalho, atendo como se estivesse em um escritório. Sou sucinta. Acho que o mais difícil é a sua família se acostumar, entender que aquele espaço e aquele horário são de trabalho. Quando isso funciona, dá tudo certo", reforça.
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