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Política

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Moroni e um atoleiro monotemático

Fábio Campos


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14/03/2008 00:32

Decisivo para a definição do quadro de candidaturas e alianças em Fortaleza, o apoio do PP a Moroni Torgan (DEM) se deu com base em dois pontos. O primeiro: Moroni assimila por inteiro um conjunto de propostas que o grupo dirigente do PP havia tornado público há cerca de seis meses. O documento é conceitual e foi influenciado pelo formato administrativo posto em prática pelo governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB). Isso, por si só, pode ajudar a desviar Moroni do atoleiro monotemático que marca a trajetória do gaúcho, ex-policial federal, que entrou na política do Ceará pelas mãos de Tasso Jereissati. Segundo ponto: Alexandre Pereira, líder de um grupo de médios empresários que se articula no Centro Industrial do Ceará, teria que ser o vice. “O Moroni aceitou de pronto e fechamos rapidamente a aliança”, disse Pereira. O presidente do PP conta que chegou a manter conversas com outros pré-candidatos, como Patrícia Saboya (PDT) e Lúcio Alcântara (PR). Conversas que jamais avançaram. Pesou muito a favor da aliança DEM-PP a relação mantida na eleição de 2004 entre Moroni e o grupo do CIC. O PP compõe a base partidária em torno de Cid Gomes (PSB). Antes de fechar a aliança, Pereira foi ao governador comunicar a decisão.

ASSESSOR DIZ QUE LÚCIO SE MANTÉM CANDIDATO
Na Coluna de ontem, a sugestão, baseada em comentários de bastidores, dando conta da possível desistência de Lúcio Alcântara em disputar as eleições de Fortaleza. A possibilidade ganhou força após o anúncio da aliança do PP com o DEM. Sem o PP, o mercado de partidos disponíveis para alianças ficou com poucas opções. O PR de Lúcio tem hoje apenas o nanico PPS disponível. O fato é que o ex-governador mantém acesa a idéia da candidatura. Vejam o comentário que a Coluna recebeu do publicitário Ricardo Alcântara: “Nada mais equivocado do que a informação da retirada de Lúcio. Ao contrário, o ex-governador, a cada dia, vê como uma possibilidade maior a sua candidatura. Lúcio tem realizado pesquisas. Os adversários também, e sabem muito bem o que elas estão mostrando: uma acirrada disputa entre Luizianne, Moroni e Lúcio. Os números são muito estimulantes para o candidato do PR”. Pois é. Experiente, Lúcio certamente sabe que uma coisa é um bom resultado na pesquisa antes das eleições. Outra é conseguir mantê-lo e aumentá-lo. Para isso, é preciso dinheiro no caixa da campanha e um bom tempo no horário eleitoral.

DIAS DECISIVOS PARA LUIZIANNE E PATRÍCIA
Pré-candidata pelo PDT, Patrícia Saboya terá hoje um dia importante para reforçar suas posições. A senadora desembarcou ontem em Fortaleza ao lado do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que manterá agenda política e administrativa na cidade. É ele o homem forte do partido. Ainda no aeroporto, Lupi defendeu a candidatura de Patrícia. Talvez não seja tão difícil para a senadora conseguir a indicação. O problema é que o PDT sozinho não é suficiente para viabilizar candidatura com grandes chances. Tanto quanto Lúcio, Patrícia precisa firmar alianças. Ex-aliada de Patrícia, Luizianne Lins tem também um dia importante na trajetória para se reeleger. Pela primeira vez, a prefeita receberá o governador Cid Gomes em seu gabinete. No ato, será oficializada a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incide sobre o óleo diesel utilizado nos ônibus que fazem o transporte de passageiros de Fortaleza. A medida de grande impacto junto aos eleitores de menor renda permitirá a redução do preço das passagens para um real em todos os domingos.

E o PSDB? É louvável a idéia do partido de realizar seminário para discutir um projeto de desenvolvimento do Estado. O problema é que os tucanos costumam fazer esse tipo de movimento somente em tempos pré-eleitorais. Isso tira-lhe a credibilidade. O fato é que o PSDB, que sempre teve imensas dificuldades eleitorais na Capital, permanece como uma incógnita. Sem firmeza, o partido trabalha a idéia de lançar a candidatura de Marcos Cals. Cogita-se também o apoio do partido à Patrícia Saboya. Como a candidatura de Patrícia ainda depende de uma decisão do PDT, os tucanos vão se manter na expectativa. Os tucanos sofrem na Capital as conseqüências de uma atitude do passado. Sob o comando político de Tasso Jereissati, o PSDB se recusou a ter vida própria independente do Governo que comandava. Recusou-se também a disputar a opinião pública no campo das idéias e se escorou apenas na publicidade oficial que emanava do Governo. O resultado está aí: um partido com baixíssima penetração na Capital.


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Como o Sr. tasso vive arrotando arrogância contra o governo Lula no plenário do Senado, nada mais justo que esse "tão influente" político vá para para a disputa contra a candidata a prefeita apoiada por Lula em Fortaleza, aí sim poderia mostrar todo seu "prestígio político".Alguém proximo a ele se habilita a dá-lhe essa idéia??? em Dr. Hugo?????

João Davi de Sousa Queiroz

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Ô Eduardo Soares,o que vc escreveu é muito bonito e tal, realmente isso tudo aconteceu, porem eu pergunto, porquê isso tudo não elevou o nosso IDH? até uns anos atraz nós estávamos no 20º lugar entre os 27 estados brasileiros, ou seja quase na zona de rebaixamento, em quase 20 anos de ilha da fantasia, e não adianta chiar, a avaliação é feita pelos orgãos da ONU e não tem como escoder ou maquiar. interessante que o Ceará estava destruído como vc disse, mas etava la pelo 13º lugar no IDH antes do Galego. Graças a Fortaleza, sim, é que o Ceará tornou-se conhecido mundialmente e Governo do PSDB pegava carona, e abandonava o interior investindo tudo o que podia na Capital. Outra coisa, o Castanhão só existe graças ao Paes de Andrade,(e ninguem fala nisso) quando assumiu a Presidência por 2 dias assinou a autorização p/ sua construção e o dr Tasso criticou dizendo que só serveria para alagar as cidades que ficavam proxima ninguem me disse eu ouvi lá no crato ainda no governo Ciro. E eu nunca tive vergonha de ser cearense, se vc tinha lamento muito.

Jose Bentes de Araújo

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Ô João Davi de Sousa Queiroz, assim não vale eu cheguei "primeiro, na sugestão", mas parece que ninguem terá essa corágem, e aí eu queria ver a força do prestígio político do homi.

Jose Bentes de Araújo

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Prezado, João Davi; Sou Cearense e antes de tudo Cearense,conheço todas as capitais e estados do nordeste,e a grande maioria dos estados do Brasil, e não entendo o ódio nutrido por alguns pelo Sr.Tasso, imaginem o Ceará sem o AEROPORTO (que precisa ser ampliado), o PORTO DO PÉCEM (que muitos eram contra e que hoje é base para a SIDERURGICA, já que a REFINARIA foi tirada do nosso Povo, DEVIDO AO CAPRICHO DO HUGO CHAVES, A HISTÓRIA VAI JULGAR ISSO), o CASTANHÃO sonho dos Cearenses a mais de 100 anos, a NOVA CIDADE DE JAGUARIBARA,a implantação da ENERGIA DOS VENTOS, EM 5 ANOS ESTAREMOS VENDENDO ENERGIA LIMPA!FLORES, MELÃO, O SANEAR, LEMBRAM? 350 MILHÕES INVESTIDOS EM SANEAMENTO EM FORTALEZA (FAÇA-SE JUSTIÇA, AO CIRO TAMBÉM)poderia citar centenas de obras, mais só vou citar mais uma A QUEDA DA MORTALIDADE INFANTIL QUE É EXEMPLO ATÉ HOJE E RECOMENDADO PELA NAÇÕES UNIDAS E USADA EM TODAS AS PREFEITURAS E ESTADOS DO BRASIL, INDEPENDENTE DE PARTIDO. O GRANDE PROBLEMA DO TASSO EM FORTALEZA FOI MUITA GENTE QUE GANHAVA PORTARIA SEM TRABALHAR E ELE CORTOU, FOI POR ISSO QUE APARECEU DINHEIRO PARA FAZER OBRA, DAVI NÃO ESTOU DIZENDO QUE É SEU CASO EU RESPEITO AS PESSOAS E SUAS OPINIÕES, MAIS NÃO PODEMOS APAGAR A HISTÓRIA, TASSO RECEBEU O CEARÁ DESTRUIDO E NOS CEARENSES TINHAMOS VERGONHA DE DIZER QUE ERAMOS CEARENSES ISSO MUDOU!!

Eduardo Soares

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