O POVO na Educação
O POVO NA EDUCAÇÃO
Uma janela aberta para o mundo
Isabelle Câmara
20 Out 2007 - 00h27min
“A persistência é o caminho do êxito. Não devemos ter medo dos confrontos. Até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas”
Charles Chaplin
O acesso às Tecnologias da Informação e Comunicação, sobretudo à internet, é hoje imprescindível para o desenvolvimento da leitura e da escrita. Não se trata somente de mudar da caneta tinteiro para a esferográfica, como aconteceu no passado, ou trocar o teclado da máquina de escrever pelo do computador. Trata-se de ter acesso a uma grande quantidade de informações e de oportunidades de comunicação, importantes na formação do cidadão contemporâneo, e de saber conectar as várias áreas do saber, tecendo uma nova rede de significados - o que abre perspectivas, ainda pouco exploradas, para a educação. A ferramenta que pode ser uma fonte de conhecimentos - que altera o paradigma conhecimento-memória.-, pode também ser de dispersão: cada site abre janelas para outros sites. E é muito fácil se perder num mundo cheio de atrações e pouca fiscalização. Em buscas por um tema polêmico, por exemplo, o aluno vai encontrar uma multiplicidade de vozes, que nem sempre são éticas, confiáveis.
A escola que se insere no universo virtual precisa preparar o aluno para selecionar e analisar a informação: como escolho? Com que critérios seleciono? Para navegar eficientemente é preciso ter uma série de atitudes novas: pensar, criticar, refletir, identificar problemas e buscar soluções e tomar decisões rápidas e adequadas para extrair a informação que se quer. Cabe ao professor atuar como estimulador e mediador, reconstruindo o conhecimento junto com seus alunos, com a consciência da importância das tecnologias tanto no uso genérico como no profissional. Nesta perspectiva, ele torna-se um agente cultural, um teletrabalhador, um pesquisador e contínuo aprendiz, que utiliza as diversas tecnologias para sua autocapacitação. Deve ousar andar no limite do caos, tendo consciência que irá aprender muito com seus alunos. E a escola precisa acolher e incentivar esta relação, consciente de que ela é condição de cidadania.
Vozes de luz
Os alunos da Escola Municipal Francisco Lobo, do distrito de Belém, em Quixeramobim, criaram um coral. Sob a batuta do maestro Valdemar Nascimento, o grupo Arte Luz é formado por 20 crianças que estão cantando e encantando o município. O diferencial é que o coral também promove a inclusão, acolhendo pequenos cantores com deficiências físicas.
Trabalho infantil x saúde
Horizonte está promovendo o 1º Seminário Regional sobre Trabalho Infantil e Saúde. O objetivo principal é sensibilizar os atores sociais para a problemática, enfatizando suas repercussões na saúde. Entre as principais temáticas que serão discutidas estão: Trabalho infantil x saúde do trabalhador; a situação do trabalho da criança e do adolescente no Nordeste e no Ceará; direitos humanos e políticas públicas para criança e adolescente; saúde mental e trabalho infantil; trabalho infantil doméstico e a importância da arte na educação. O evento é organizado pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) e acontece no Centro Cultural do município, nos dias 25 e 26 de outubro.
O POVO na Educação indica
A revolução nas tecnologias da informação e comunicação traz mudanças radicais na maneira como dialogamos, construímos conhecimentos e transmitimos experiências e valores. O livro “Mídia e Escola: perspectivas para políticas públicas” apresenta as experiências de nove organizações que utilizam a produção de jornais, rádios, vídeos e sites na formação cidadã de crianças e adolescentes. A principal preocupação é levar esse público a fazer uma leitura crítica da mídia, assumindo uma postura pró-ativa. As ONGs estudadas, nove de todo País, valorizam a diversidade e trabalham as várias mudanças que os meios de comunicação provocam nas maneiras de ensinar e aprender.
SERVIÇO
Mídia e Escola: perspectivas para políticas públicas, de Fernando Rossetti. Edições Jogo de Amarelinha. Distribuição dirigida. Informações: www.jogodeamarelinha.com.br ou www.unicef.org.br (disponível para download).
fale com a gente
O POVO na Educação - (85) 3255.6000 / 3255.6164- Fax: (85) 3255.6321 -
E-mail: opovonaeducacao@opovo. com.br
Charles Chaplin
O acesso às Tecnologias da Informação e Comunicação, sobretudo à internet, é hoje imprescindível para o desenvolvimento da leitura e da escrita. Não se trata somente de mudar da caneta tinteiro para a esferográfica, como aconteceu no passado, ou trocar o teclado da máquina de escrever pelo do computador. Trata-se de ter acesso a uma grande quantidade de informações e de oportunidades de comunicação, importantes na formação do cidadão contemporâneo, e de saber conectar as várias áreas do saber, tecendo uma nova rede de significados - o que abre perspectivas, ainda pouco exploradas, para a educação. A ferramenta que pode ser uma fonte de conhecimentos - que altera o paradigma conhecimento-memória.-, pode também ser de dispersão: cada site abre janelas para outros sites. E é muito fácil se perder num mundo cheio de atrações e pouca fiscalização. Em buscas por um tema polêmico, por exemplo, o aluno vai encontrar uma multiplicidade de vozes, que nem sempre são éticas, confiáveis.
A escola que se insere no universo virtual precisa preparar o aluno para selecionar e analisar a informação: como escolho? Com que critérios seleciono? Para navegar eficientemente é preciso ter uma série de atitudes novas: pensar, criticar, refletir, identificar problemas e buscar soluções e tomar decisões rápidas e adequadas para extrair a informação que se quer. Cabe ao professor atuar como estimulador e mediador, reconstruindo o conhecimento junto com seus alunos, com a consciência da importância das tecnologias tanto no uso genérico como no profissional. Nesta perspectiva, ele torna-se um agente cultural, um teletrabalhador, um pesquisador e contínuo aprendiz, que utiliza as diversas tecnologias para sua autocapacitação. Deve ousar andar no limite do caos, tendo consciência que irá aprender muito com seus alunos. E a escola precisa acolher e incentivar esta relação, consciente de que ela é condição de cidadania.
Vozes de luz
Os alunos da Escola Municipal Francisco Lobo, do distrito de Belém, em Quixeramobim, criaram um coral. Sob a batuta do maestro Valdemar Nascimento, o grupo Arte Luz é formado por 20 crianças que estão cantando e encantando o município. O diferencial é que o coral também promove a inclusão, acolhendo pequenos cantores com deficiências físicas.
Trabalho infantil x saúde
Horizonte está promovendo o 1º Seminário Regional sobre Trabalho Infantil e Saúde. O objetivo principal é sensibilizar os atores sociais para a problemática, enfatizando suas repercussões na saúde. Entre as principais temáticas que serão discutidas estão: Trabalho infantil x saúde do trabalhador; a situação do trabalho da criança e do adolescente no Nordeste e no Ceará; direitos humanos e políticas públicas para criança e adolescente; saúde mental e trabalho infantil; trabalho infantil doméstico e a importância da arte na educação. O evento é organizado pelo Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) e acontece no Centro Cultural do município, nos dias 25 e 26 de outubro.
O POVO na Educação indica
A revolução nas tecnologias da informação e comunicação traz mudanças radicais na maneira como dialogamos, construímos conhecimentos e transmitimos experiências e valores. O livro “Mídia e Escola: perspectivas para políticas públicas” apresenta as experiências de nove organizações que utilizam a produção de jornais, rádios, vídeos e sites na formação cidadã de crianças e adolescentes. A principal preocupação é levar esse público a fazer uma leitura crítica da mídia, assumindo uma postura pró-ativa. As ONGs estudadas, nove de todo País, valorizam a diversidade e trabalham as várias mudanças que os meios de comunicação provocam nas maneiras de ensinar e aprender.
SERVIÇO
Mídia e Escola: perspectivas para políticas públicas, de Fernando Rossetti. Edições Jogo de Amarelinha. Distribuição dirigida. Informações: www.jogodeamarelinha.com.br ou www.unicef.org.br (disponível para download).
fale com a gente
O POVO na Educação - (85) 3255.6000 / 3255.6164- Fax: (85) 3255.6321 -
E-mail: opovonaeducacao@opovo. com.br
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02/01/2007
01:02
gostaria muito de enviar um anexo e meus comentários sobre a amazônia, mas nào sei como fazer. sou cientista e osicóloga e meu e-mail é psyzel@uol.com.br
psyzel
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