O POVO na Educação
O POVO NA EDUCAÇÃO
Mãe: quanto mais, melhor
Isabelle Câmara
12 Mai 2007 - 14h10min
“Uma mãe é capaz de ensinar mais do que cem professores”
Textos judaicos
Houve um tempo em que a profissão da mulher era ser mãe e dona de casa. A feminilidade era impensada sem a maternidade. Mas, atualmente, as mulheres são múltiplas: esposa, profissional, amiga, filha, cidadã e mãe. E como tal estão em todos os lugares: em casa, nas ruas, no trânsito, nas lojas, shoppings, restaurantes, empresas, portas das escolas. E o melhor: hoje é mãe quem quer (na maioria dos casos), quem pode e vê nesta possibilidade uma prazerosa extensão da feminilidade. Em 2003, existiam aproximadamente 46 milhões de mães no Brasil - cerca de metade das mulheres brasileiras, ou 62% da população feminina com mais de 10 anos de idade. Hoje, elas chefiam mais de 40% dos domicílios em regiões metropolitanas do País. Os especialistas confirmam: mães, quanto mais, melhor. Esta é uma avaliação quantitativa. Mas, em termos de qualidade, o fato de boa parte das mulheres de uma localidade serem mães gera altos benefícios sociais, como alta freqüência e aproveitamento escolares e baixa mortalidade infantil. Por outro lado, um dos problemas das regiões pobres é o número de filhos por mãe, que acaba prejudicando a qualidade da criação das crianças. O município de Jordão, no Acre, por exemplo, penúltimo no ranking de desenvolvimento humano, apresenta a menor presença de mães entre as mulheres. Ou seja, ter muitas mães entre as mulheres é bom, mas, muitos filhos para poucas mães é ruim para os indicadores.
No final de 2006, num seminário realizado por economistas, foi mostrada a interessante estatística de que apenas 20% do desempenho escolar do aluno depende da escola; o restante vem de sua base familiar e de sua vivência social. Segundo o estudo do IBMEC São Paulo, “Quantidade sem Qualidade”, as mães bem educadas são determinantes para o sucesso dos alunos como um todo, porque ela participa, monitora os resultados e cobra mais da escola, se envolve no cotidiano escolar. São números, mas que juntos nos fazem ter certeza de que elas são fundamentais para o sucesso nas vidas pessoal e social de uma criança. Mas é preciso ser mãe. Mãe de verdade, daquela que mesmo no trabalho, fica atenta aos filhos, sem culpas, e consegue produzir. Que mesmo cansada, consegue chegar em casa e saber o que seu filho está vivendo e aprendendo.
DIREITO DE RESPOSTA
Que prova dos nove???
“Em resposta a matéria veiculada na coluna O POVO na Educação do dia 29/04/2007, as educadoras citadas vêm a público esclarecer que: (1) - A Coordenadora de Gestão do Liceu de Quixeramobim, Maria do Carmo Enéas Rodrigues, concursada do município como professora, em regime de 20 h/a, trabalha no CEJA Alfredo Almeida Machado; (2) - A Diretora Geral da EEFM. Cel. Humberto Bezerra, Maria Josimar Saraiva do Nascimento, concursada do município, trabalha no Pólo de Atendimento Antonio Holanda Cavalcante, instituição gerenciada pela Secretaria de Ação Social do município; (3) - A Coordenadora Pedagógica da EEFM. Assis Bezerra, Maria de Fátima Pimentel Azevedo, professora do município há 30 anos, encontra-se de licença prêmio; (4) - A Diretora Geral da EEF. Dr. Joaquim Fernandes, Maria Goreth Pimentel Nunes Amâncio, pedagoga em regime de 20 h/a, trabalha há 25 anos na Secretaria de Ação Social do município. Esclarecemos que quem conhece as educadoras citadas sabe que tratam-se de pessoas idôneas, éticas, competentes com vidas marcadas por uma história de luta e trabalho em prol da educação e ação social do município de Quixeramobim. Ao contrário do leitor denunciante, nós sim, podemos nos identificar e mostrar nossa cara”.
Ainda sobre o conteúdo da coluna publicada no dia 29/04/2007, o leitor Francisco Júnior Maciel da Silva, Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Quixeramobim, escreve: “Solicito divulgar que o senhor Francisco Júnior Maciel da Silva, Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Quixeramobim, não foi responsável pela notícia divulgada na coluna O Povo na Educação, no dia 29/04/2007.
A notícia faz referência a possíveis irregularidades na Secretaria de Educação do Município, sobre pagamentos irregulares, beneficiando alguns professores.
Circulou na cidade que o autor da denúncia teria sido o presidente do Sindicato, gerando constrangimento ao mesmo. O presidente repudia veementemente as insinuações asssacadas contra o seu nome e reafirma o propósito de continuar lutando em defesa da classe trabalhadora vinculada à administração pública municipal”.
Textos judaicos
Houve um tempo em que a profissão da mulher era ser mãe e dona de casa. A feminilidade era impensada sem a maternidade. Mas, atualmente, as mulheres são múltiplas: esposa, profissional, amiga, filha, cidadã e mãe. E como tal estão em todos os lugares: em casa, nas ruas, no trânsito, nas lojas, shoppings, restaurantes, empresas, portas das escolas. E o melhor: hoje é mãe quem quer (na maioria dos casos), quem pode e vê nesta possibilidade uma prazerosa extensão da feminilidade. Em 2003, existiam aproximadamente 46 milhões de mães no Brasil - cerca de metade das mulheres brasileiras, ou 62% da população feminina com mais de 10 anos de idade. Hoje, elas chefiam mais de 40% dos domicílios em regiões metropolitanas do País. Os especialistas confirmam: mães, quanto mais, melhor. Esta é uma avaliação quantitativa. Mas, em termos de qualidade, o fato de boa parte das mulheres de uma localidade serem mães gera altos benefícios sociais, como alta freqüência e aproveitamento escolares e baixa mortalidade infantil. Por outro lado, um dos problemas das regiões pobres é o número de filhos por mãe, que acaba prejudicando a qualidade da criação das crianças. O município de Jordão, no Acre, por exemplo, penúltimo no ranking de desenvolvimento humano, apresenta a menor presença de mães entre as mulheres. Ou seja, ter muitas mães entre as mulheres é bom, mas, muitos filhos para poucas mães é ruim para os indicadores.
No final de 2006, num seminário realizado por economistas, foi mostrada a interessante estatística de que apenas 20% do desempenho escolar do aluno depende da escola; o restante vem de sua base familiar e de sua vivência social. Segundo o estudo do IBMEC São Paulo, “Quantidade sem Qualidade”, as mães bem educadas são determinantes para o sucesso dos alunos como um todo, porque ela participa, monitora os resultados e cobra mais da escola, se envolve no cotidiano escolar. São números, mas que juntos nos fazem ter certeza de que elas são fundamentais para o sucesso nas vidas pessoal e social de uma criança. Mas é preciso ser mãe. Mãe de verdade, daquela que mesmo no trabalho, fica atenta aos filhos, sem culpas, e consegue produzir. Que mesmo cansada, consegue chegar em casa e saber o que seu filho está vivendo e aprendendo.
DIREITO DE RESPOSTA
Que prova dos nove???
“Em resposta a matéria veiculada na coluna O POVO na Educação do dia 29/04/2007, as educadoras citadas vêm a público esclarecer que: (1) - A Coordenadora de Gestão do Liceu de Quixeramobim, Maria do Carmo Enéas Rodrigues, concursada do município como professora, em regime de 20 h/a, trabalha no CEJA Alfredo Almeida Machado; (2) - A Diretora Geral da EEFM. Cel. Humberto Bezerra, Maria Josimar Saraiva do Nascimento, concursada do município, trabalha no Pólo de Atendimento Antonio Holanda Cavalcante, instituição gerenciada pela Secretaria de Ação Social do município; (3) - A Coordenadora Pedagógica da EEFM. Assis Bezerra, Maria de Fátima Pimentel Azevedo, professora do município há 30 anos, encontra-se de licença prêmio; (4) - A Diretora Geral da EEF. Dr. Joaquim Fernandes, Maria Goreth Pimentel Nunes Amâncio, pedagoga em regime de 20 h/a, trabalha há 25 anos na Secretaria de Ação Social do município. Esclarecemos que quem conhece as educadoras citadas sabe que tratam-se de pessoas idôneas, éticas, competentes com vidas marcadas por uma história de luta e trabalho em prol da educação e ação social do município de Quixeramobim. Ao contrário do leitor denunciante, nós sim, podemos nos identificar e mostrar nossa cara”.
Ainda sobre o conteúdo da coluna publicada no dia 29/04/2007, o leitor Francisco Júnior Maciel da Silva, Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Quixeramobim, escreve: “Solicito divulgar que o senhor Francisco Júnior Maciel da Silva, Presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Quixeramobim, não foi responsável pela notícia divulgada na coluna O Povo na Educação, no dia 29/04/2007.
A notícia faz referência a possíveis irregularidades na Secretaria de Educação do Município, sobre pagamentos irregulares, beneficiando alguns professores.
Circulou na cidade que o autor da denúncia teria sido o presidente do Sindicato, gerando constrangimento ao mesmo. O presidente repudia veementemente as insinuações asssacadas contra o seu nome e reafirma o propósito de continuar lutando em defesa da classe trabalhadora vinculada à administração pública municipal”.
Dê sua nota clicando nas estrelas
Comentar esta notícia
Importante: Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade de seus autores e as conseqüências derivadas deles podem ser passíveis de sanções legais. O usuário que incluir em suas mensagens algum comentário que viole o regulamento será eliminado e inabilitado para voltar a comentar.
Mais Notícias
Últimas
Indique esta notícia









