Lúcio Brasileiro
ACONTECENDO
Viajar para ficar em casa & outras notas
Lúcio Brasileiro
01 Mar 2008 - 16h05min
Na cobertura de Cíntia e Eduardo Patrício, no Aldebaran de Natal, me senti muito à vontade pois levaram chef Astro, do Ugarte, Marcondes que além de motorista foi DJ do restô por anos e Edigar chefe dos garções que vêm de Fortaleza nas grandes ocasiões.
Já disse aqui, e devo repetir, que extinguir Classe Executiva é mais uma bobagem das empresas aéreas que só dão fora e por isso estão (quase todas) falidas. Econômica é um desconforto ultrajante enquanto na primeira, passageiro pode pelo menos esticar as pernas e escolher entre dois ou três pratos ou vinhos além de não ter criança choromingando (que horror!) na poltrona ao lado.
Quase perfeita carne-de-sol que traçei no costeiro restô Tábua da Carne (tem também no centro) de Natal, digo quase perfeita pois vem picada quando ganharia em aparência e sabor se peça inteira mesmo assim recomendo pois bem feita até no ponto de sal, para mim fator sinequa e o feijão verde que acompanha também muito corretamente elaborado.
O Rafael Leal me telefona pra boa notícia, tipo “a sopa no mel”. Foi agradável, mas não surpreendente. Afinal é filho caçula do patriarca Sílvio Ideburque um dos meus maiores amigos neste mundo e no outro.
Jorginho Albuquerque, filho da Bia Jucá, por intermediação do Marcos Laje é quem está aprontando as fotos que ilustram este espaço, trata-se da quarta geração Aba Film e só não sei se ele tem conhecimento que em seus primórdios, coluna teve total cobertura de seu avô, meu amigo Tonho me cedia gratuitamente fotos dos bailes do Ideal e Náutico pois naquele tempo bem mais que hoje a vida estava nos clubes.
Boquinha da noite sim, boquinha da noite não, baixo no Laranja Mecânica, bar aqui no Cumbuco pra uma Groslsch (cerveja premium holandesa) bem fria servida por um dos Sachas, Giovanni, Rony, Hélio e Juarez, que é o das tardes, sempre fico no balcão embora me pareça imperdível drincar na varanda norte olhando pro mar sem retorno.
Luiz Sérgio Vieira no Conselho do Náutico é primeira presença no órgão de neto de fundador do Ideal sendo seu avô Metom Gadelha um dos Doze das Damas e dos Seis das Monsenhores.
Ao almoço de Verônica Gentil pra sua mãe Esmeralda Oliveira não poderá faltar como não faltou Gláucia Galvão, amiga mais tradicional.
Juliana Barroso, nora-neta do lendário Xara, só chamou saia pro comemor natal de terça próxima.
Na eleição do Joaquim Guedes, Náutico teve sete presidentes. Dos vivos só faltou João Paulo Acioly, que anda debandado, Ideal mandou três, atual Humberto Cavalcante próximo ex mais recente, Aramicy Pinto e mais distante Roberto Machado, quanto ao Iate, só vi o Etevaldo Nogueira mas perguntado se estava ali por ele ou pelo Iate, respondeu: pelo Guedes.
De volta hoje à Itália, Guido Fasolini a melhor coisa que país da bota mandou pro Cumbuco, aliás mesmo morando lá, ele mantém casa aqui, precisamente no Trevo, que prestigia no mínimo três vezes ao ano.
Domingadas para vocês também.
Já disse aqui, e devo repetir, que extinguir Classe Executiva é mais uma bobagem das empresas aéreas que só dão fora e por isso estão (quase todas) falidas. Econômica é um desconforto ultrajante enquanto na primeira, passageiro pode pelo menos esticar as pernas e escolher entre dois ou três pratos ou vinhos além de não ter criança choromingando (que horror!) na poltrona ao lado.
Quase perfeita carne-de-sol que traçei no costeiro restô Tábua da Carne (tem também no centro) de Natal, digo quase perfeita pois vem picada quando ganharia em aparência e sabor se peça inteira mesmo assim recomendo pois bem feita até no ponto de sal, para mim fator sinequa e o feijão verde que acompanha também muito corretamente elaborado.
O Rafael Leal me telefona pra boa notícia, tipo “a sopa no mel”. Foi agradável, mas não surpreendente. Afinal é filho caçula do patriarca Sílvio Ideburque um dos meus maiores amigos neste mundo e no outro.
Jorginho Albuquerque, filho da Bia Jucá, por intermediação do Marcos Laje é quem está aprontando as fotos que ilustram este espaço, trata-se da quarta geração Aba Film e só não sei se ele tem conhecimento que em seus primórdios, coluna teve total cobertura de seu avô, meu amigo Tonho me cedia gratuitamente fotos dos bailes do Ideal e Náutico pois naquele tempo bem mais que hoje a vida estava nos clubes.
Boquinha da noite sim, boquinha da noite não, baixo no Laranja Mecânica, bar aqui no Cumbuco pra uma Groslsch (cerveja premium holandesa) bem fria servida por um dos Sachas, Giovanni, Rony, Hélio e Juarez, que é o das tardes, sempre fico no balcão embora me pareça imperdível drincar na varanda norte olhando pro mar sem retorno.
Luiz Sérgio Vieira no Conselho do Náutico é primeira presença no órgão de neto de fundador do Ideal sendo seu avô Metom Gadelha um dos Doze das Damas e dos Seis das Monsenhores.
Ao almoço de Verônica Gentil pra sua mãe Esmeralda Oliveira não poderá faltar como não faltou Gláucia Galvão, amiga mais tradicional.
Juliana Barroso, nora-neta do lendário Xara, só chamou saia pro comemor natal de terça próxima.
Na eleição do Joaquim Guedes, Náutico teve sete presidentes. Dos vivos só faltou João Paulo Acioly, que anda debandado, Ideal mandou três, atual Humberto Cavalcante próximo ex mais recente, Aramicy Pinto e mais distante Roberto Machado, quanto ao Iate, só vi o Etevaldo Nogueira mas perguntado se estava ali por ele ou pelo Iate, respondeu: pelo Guedes.
De volta hoje à Itália, Guido Fasolini a melhor coisa que país da bota mandou pro Cumbuco, aliás mesmo morando lá, ele mantém casa aqui, precisamente no Trevo, que prestigia no mínimo três vezes ao ano.
Domingadas para vocês também.
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