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Festival gastronômico de Camocim valoriza a culinária nativa

Ivonildo Lavôr
31 Jul 2008 - 00h05min

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Flor de Liz Romeiro, secretária de Turismo de Camocim, entre cozinheiros e chefes de cozinha dos restaurantes premiados no festival gastronômico, vencido pelo prato ¿Robalo Grelhado¿, peixe inteiro aberto, desossado e assado na brasa, uma especialidade imperdível da Barraca do Didi, em Tatajuba (Foto: DIVULGAÇÃO)
Com simplicidade, muito sabor e criatividade no preparo dos pratos, restaurantes da sede do município de Camocim e de Tatajuba realizaram no último fim de semana o I Festival Gastronômico Tesouros do Mar. A idéia da Secretaria de Turismo foi estimular a culinária nativa, toda ela à base de frutos do mar, e ressaltar a vocação pesqueira de Camocim, ainda a principal atividade econômica do município.

OCEANÁRIO I
A respeito de nota da Coluna passada sobre o oceanário que o Governo do Estado quer construir na Praia de Iracema, o leitor Marcos Silveira enviou extenso relato dizendo que a idéia do projeto nasceu da ONG Aquasis, em 2002. Segundo ele a iniciativa passou por mãos de outros governos, e que foi o ex-diretor do Dnocs, Eudoro Santana, que mostrou a novidade ao Governador Cid Gomes.

OCEANÁRIO II
O leitor diz ter ainda o projeto original e que um oceanário se faz com a participação da comunidade cientifica (Labomar, UFC, órgãos ambientais e equipe profissional) para estabelecer parceria internacional com os grandes oceanários. A propósito, a revista Veja da semana passada informou que o governo da Bahia fechou uma parceria com o Oceanário de Lisboa para iniciar a construção de um similar em Salvador.

OCEANÁRIO II
Numa comparação com projeto da Bahia, o oceanário da Praia de Iracema está nascendo primeiro pelas mãos do arquiteto Leonardo Fontenele, motivo pelo qual está sofrendo crítica no meio científico cearense, entre eles de engenheiros de pesca, biólogos e ictiólogos. O temor deles é que sejam contratados especialistas do exterior com perda para os profissionais locais.

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31/07/2008
13:06

O cearense adora fazer coisas mirabolantes e esquece de fazer o trivial. Se aqui fosse os EEUU, os 2 quebra-mares que existem na praia de Iracema estariam totalmente urbanizados para a população e o turista desfrutar o nascer e o pôr do sol. No espigão maior poderia ser utilizado sua extremidade para acomodar uma loginha de conveniencia de esportes náuticos ou coisa parecida já que existe espaço para isto. Escadas de concreto serveriam para o cidadão acessar o mar para praticar a natação, além de pegar barcos de passeio. O pescador amador poderia praticar seu esporte sentado em bancos acochegantes. O casal poderia namorar sentado nos bancos e conversar longe do barulho. Os idosos meditarem e leriam livros. O visual da praia com a iluminação dentro do mar tornaria Fortaleza mais bela a noite e competitiva nos destinos turisticos. O investimento é pequeno comparado com o esquecido ícone da praia Mansa com restaurante panoramico e heliporto ou esta ideia do oceanário na praia de Iracema. Pena que a prefeitura perdera a oportunidade de realizar um marco que ficaria para eternidade, pois quem construiu as ruas o povo já esqueceu, mas um marco jamais.

carneiro

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