Ciência & Saúde
Cuidado
Beber água para evitar pedras nos rins
06 Dez 2008 - 17h17min
Uma dor extremamente forte. Esse é o principal sintoma do cálculo renal, doença que atinge cerca de 3% da população. Os cálculos renais são pedras, geralmente compostas por cálcio, oxalato, fosfato e ácido úrico, que se formam nos rins. Elas são mais comuns nos homens. O consumo de líquido é a principal forma de prevenir a formação de pedras nos rins.
Mas nem sempre a pessoa sente sintoma da presença da pedra. Nesses casos, o cálculo só é diagnosticado se for feita uma avaliação urológica. Tanto homens como mulheres devem fazer esse exame uma vez por ano. As pedras também podem causar alterações graves, como infecção urinária, pielonefrite (infecção do rim com febre alta), perda da função renal, sangramento na urina, dor e dificuldade para urinar e infecção generalizada. “Essa é uma das dores mais fortes”, diz o urologista José Travassos.
Segundo Travassos, a dor ocorre quando a pedra obstrui um canal - geralmente o ureter - e costuma começar na região lombar e se irradiar para a região pélvica. No ureter, a pedra impede a passagem da urina e causa dilatação do rim, o que pode comprometer o funcionamento desse órgão, alerta o urologista Joaquim Claro. Os médicos lembram que o consumo de líquidos é a principal forma de evitar a formação de pedras, porque mantém os rins em pleno funcionamento.
E-Mais
Os cálculos são pedras, geralmente compostas por cálcio, oxalato, fosfato e ácido úrico, que se formam nos rins.
A cólica renal ocorre quando a pedra sai do rim e migra para o ureter, o canal que vai até a bexiga. O ureter é muito fino. Quando a pedra entra nele, geralmente obstrui a passagem da urina e então surge a dor.
Ao obstruir a passagem da urina, a pedra causa dilatação do rim. Se esse problema não for tratado adequadamente e com rapidez, pode causar perda da função renal.
O tratamento usado para combater as pedras dos rins é a litotripsia. O paciente é submetido a ondas magnéticas para destruir a pedra, mas só funciona quando a pedra é pequena - inferior a um ou dois centímetros. Quando é maior, usa-se a endoscopia, em que a pedra é retirada por meio de uma sonda, introduzida por meio de um canal natural ou de um pequeno corte.
Mas nem sempre a pessoa sente sintoma da presença da pedra. Nesses casos, o cálculo só é diagnosticado se for feita uma avaliação urológica. Tanto homens como mulheres devem fazer esse exame uma vez por ano. As pedras também podem causar alterações graves, como infecção urinária, pielonefrite (infecção do rim com febre alta), perda da função renal, sangramento na urina, dor e dificuldade para urinar e infecção generalizada. “Essa é uma das dores mais fortes”, diz o urologista José Travassos.
Segundo Travassos, a dor ocorre quando a pedra obstrui um canal - geralmente o ureter - e costuma começar na região lombar e se irradiar para a região pélvica. No ureter, a pedra impede a passagem da urina e causa dilatação do rim, o que pode comprometer o funcionamento desse órgão, alerta o urologista Joaquim Claro. Os médicos lembram que o consumo de líquidos é a principal forma de evitar a formação de pedras, porque mantém os rins em pleno funcionamento.
E-Mais
Os cálculos são pedras, geralmente compostas por cálcio, oxalato, fosfato e ácido úrico, que se formam nos rins.
A cólica renal ocorre quando a pedra sai do rim e migra para o ureter, o canal que vai até a bexiga. O ureter é muito fino. Quando a pedra entra nele, geralmente obstrui a passagem da urina e então surge a dor.
Ao obstruir a passagem da urina, a pedra causa dilatação do rim. Se esse problema não for tratado adequadamente e com rapidez, pode causar perda da função renal.
O tratamento usado para combater as pedras dos rins é a litotripsia. O paciente é submetido a ondas magnéticas para destruir a pedra, mas só funciona quando a pedra é pequena - inferior a um ou dois centímetros. Quando é maior, usa-se a endoscopia, em que a pedra é retirada por meio de uma sonda, introduzida por meio de um canal natural ou de um pequeno corte.
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