Ciência & Saúde
estudo
Exercícios X falha de memória
Estudo verifica que adultos com mais de 50 anos com problemas de memória que participaram de um programa de atividade física experimentaram melhoria na função cognitiva
04 Out 2008 - 16h15min
Adultos com problemas de memória que participaram de um programa de atividade física em casa experimentaram uma melhoria na função cognitiva em comparação com aqueles que continuaram sedentários. Foi o que concluiu um estudo realizado por Lautenschlager, da Universidade de Melbourne, na Austrália, e colegas. Eles conduziram um experimento controlado para verificar se a intervenção da atividade física seria capaz de reduzir o declínio cognitivo e o risco de demência entre 138 adultos com mais de 50 anos.
A conclusão do estudo foi publicado no Journal of the American Medical Association (Jama). De acordo com a pesquisa, todos os participantes haviam relatado problemas de memória. Eles foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos: um de cuidados comuns e outro que incluía um programa de 24 semanas de atividades físicas. Segundo os pesquisadores, o objetivo da intervenção era encorajar os participantes a realizar pelo menos 150 minutos por semana de atividade física de intensidade moderada, divididos em três dias. A atividade mais freqüentemente recomendada foi caminhar.
O programa resultou em 142 minutos a mais de atividades físicas por semana quando comparado com o outro grupo. As funções cognitivas foram medidas por meio de uma escala usada em pacientes com alzheimer, composta por uma série de testes, durante 18 meses. Os cientistas verificaram que, ao fim do período, o grupo que se exercitou apresentou maiores notas na escala, conhecida como Adas-Cog. Também apresentou menores notas do que o outro grupo em um índice para medir demência.
Um dos autores da pesquisa ressalta que esse é o primeiro estudo a demonstrar que o exercício melhora a função cognitiva em adultos mais velhos com pequenas perdas cognitivas. "Os benefícios da atividade física eram aparentes após seis meses e persistiram por pelos menos 12 meses após a intervenção ter terminado". De acordo com os pesquisadores, ao contrário de medicamentos, a atividade física tem a vantagem dos benefícios à saúde que não se restringem apenas à função cognitiva, mas em outros pontos como depressão, qualidade de vida, diminuição de quedas e função cardiovascular. (Agência Fapesp)
FIQUE POR DENTRO
ATIVIDADE FÍSICA
> Melhora a velocidade de andar, equilíbrio, os reflexos;
> Aumento do nível de atividade física espontânea;
> Contribuição na manutenção e/ou aumento da densidade óssea;
> Ajuda no controle do diabetes, artrite, doença cardíaca;
> Melhora da ingestão alimentar;
> Diminuição da depressão;
> Fortalece os músculos das pernas e costas;
> Incrementa a flexibilidade;
> Mantém o peso corporal;
> Melhora a mobilidade;
> Diminui o risco de doença cardiovascular.
A conclusão do estudo foi publicado no Journal of the American Medical Association (Jama). De acordo com a pesquisa, todos os participantes haviam relatado problemas de memória. Eles foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos: um de cuidados comuns e outro que incluía um programa de 24 semanas de atividades físicas. Segundo os pesquisadores, o objetivo da intervenção era encorajar os participantes a realizar pelo menos 150 minutos por semana de atividade física de intensidade moderada, divididos em três dias. A atividade mais freqüentemente recomendada foi caminhar.
O programa resultou em 142 minutos a mais de atividades físicas por semana quando comparado com o outro grupo. As funções cognitivas foram medidas por meio de uma escala usada em pacientes com alzheimer, composta por uma série de testes, durante 18 meses. Os cientistas verificaram que, ao fim do período, o grupo que se exercitou apresentou maiores notas na escala, conhecida como Adas-Cog. Também apresentou menores notas do que o outro grupo em um índice para medir demência.
Um dos autores da pesquisa ressalta que esse é o primeiro estudo a demonstrar que o exercício melhora a função cognitiva em adultos mais velhos com pequenas perdas cognitivas. "Os benefícios da atividade física eram aparentes após seis meses e persistiram por pelos menos 12 meses após a intervenção ter terminado". De acordo com os pesquisadores, ao contrário de medicamentos, a atividade física tem a vantagem dos benefícios à saúde que não se restringem apenas à função cognitiva, mas em outros pontos como depressão, qualidade de vida, diminuição de quedas e função cardiovascular. (Agência Fapesp)
FIQUE POR DENTRO
ATIVIDADE FÍSICA
> Melhora a velocidade de andar, equilíbrio, os reflexos;
> Aumento do nível de atividade física espontânea;
> Contribuição na manutenção e/ou aumento da densidade óssea;
> Ajuda no controle do diabetes, artrite, doença cardíaca;
> Melhora da ingestão alimentar;
> Diminuição da depressão;
> Fortalece os músculos das pernas e costas;
> Incrementa a flexibilidade;
> Mantém o peso corporal;
> Melhora a mobilidade;
> Diminui o risco de doença cardiovascular.
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