Negócios
CNI
Queda do dólar faz exportadoras perderem espaço
Além disso, 2 em cada 3 empresas que concorrem com importados tiveram participação menor no mercado
27 Ago 2008 - 12h48min
A valorização do real frente ao dólar provocou uma perda de mercado pelas indústrias brasileiras, revela uma sondagem especial divulgada nesta quarta-feira, 27, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, duas em cada três empresas que concorrem com produtos importados perderam participação no mercado doméstico e metade das empresas exportadoras deixou de exportar ou perdeu participação no mercado internacional nos últimos 12 meses.
O levantamento da CNI informa que em quatro setores - têxteis, calçados, vestuário e equipamentos hospitalares e de precisão - a competição com produtos importados é mais intensa e levou 75% das empresas a perderem participação no mercado doméstico. O documento avalia ainda que, embora mais expostas à concorrência com produtos importados, as grandes empresas estão mais preparadas para enfrentar essa concorrência.
A sondagem mostra que nove em cada 10 empresas adotaram alguma estratégia para aumentar a competitividade de seus produtos diante da concorrência dos produtos importados. Cinqüenta por cento delas reduziram os custos e 35% aumentaram o investimento em qualidade e design do produto. Em relação ao mercado externo, o levantamento mostra que as empresas de médio porte são as que apresentam maiores registros de interrupção das exportações em 2008 e queda na participação dos seus produtos no mercado internacional.
Em oito setores - móveis, têxteis, madeira, borracha, veículos automotores, minerais não metálicos, máquinas e equipamentos e equipamentos hospitalares e de precisão - mais da metade das empresas tiveram perda de participação dos seus produtos no mercado internacional. Por outro lado, alguns setores como limpeza e perfumaria, bebidas e papel e celulose aumentaram a sua participação no mercado externo mesmo com a valorização do real.
O levantamento da CNI informa que em quatro setores - têxteis, calçados, vestuário e equipamentos hospitalares e de precisão - a competição com produtos importados é mais intensa e levou 75% das empresas a perderem participação no mercado doméstico. O documento avalia ainda que, embora mais expostas à concorrência com produtos importados, as grandes empresas estão mais preparadas para enfrentar essa concorrência.
A sondagem mostra que nove em cada 10 empresas adotaram alguma estratégia para aumentar a competitividade de seus produtos diante da concorrência dos produtos importados. Cinqüenta por cento delas reduziram os custos e 35% aumentaram o investimento em qualidade e design do produto. Em relação ao mercado externo, o levantamento mostra que as empresas de médio porte são as que apresentam maiores registros de interrupção das exportações em 2008 e queda na participação dos seus produtos no mercado internacional.
Em oito setores - móveis, têxteis, madeira, borracha, veículos automotores, minerais não metálicos, máquinas e equipamentos e equipamentos hospitalares e de precisão - mais da metade das empresas tiveram perda de participação dos seus produtos no mercado internacional. Por outro lado, alguns setores como limpeza e perfumaria, bebidas e papel e celulose aumentaram a sua participação no mercado externo mesmo com a valorização do real.
Agência Estado
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