Negócios
inflação
Presidente do BNDES afirma que país passa por teste
Coutinho também destacou que 'o setor privado nunca esteve tão bem' e tem investido o lucro na produção
03 Jul 2008 - 13h24min
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Luciano Coutinho, afirmou nesta quinta-feira (3) que o país está passando por um momento de teste diante da inflação mundial. Ele disse que o Brasil dispõe dos “fundamentos econômicos” para atravessar essa fase.
Coutinho citou a expansão dos financiamentos e a capacidade das empresas de tomar crédito e do sistema financeiro de aumentar a oferta. Outro fator é a expansão do emprego formal e da massa salarial que, segundo ele, crescem juntamente com a produtividade.
Coutinho explicou que isso evita pressão de custos para as empresas. O presidente do BNDES também destacou que “o setor privado nunca esteve tão bem” e tem investido o lucro na produção.
Na avaliação de Luciano Coutinho, a política fiscal e monetária “está sendo acionada”. Quanto à política monetária, neste ano o Banco Central aumentou a taxa básica de juros (Selic) em um ponto percentual para conter a inflação.
Com relação à questão fiscal, o Ministério da Fazenda anunciou o aumento do superávit primário (economia que o governo faz para pagar dívidas) em 0,5 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país).
Segundo o presidente do BNDES, o Brasil pode passar por esse momento de alta de preços “sem sacrificar” a economia, mas apenas reduzindo “um pouquinho” o crescimento.
Coutinho explicou que a inflação mundial é conseqüência da alta dos preços do alimentos, do petróleo e outras commodities (bens primários com cotação internacional), além de movimentos especulativos.
Ele também citou o Plano Safra 2208/2009, Plano Agrícola e Pecuário 2008/2009, lançado ontem pelo governo (2). Para essa safra, está previsto um volume de crédito de R$ 78 bilhões, o que representa um incremento de R$ 8 bilhões em relação à safra 2007/2008.
Para Coutinho, o plano vai assegurar a oferta de produtos no país e também no mundo, “uma vez que o Brasil é um grande exportador”. “O Brasil pode transformar esse estresse em uma grande oportunidade”.
Coutinho citou a expansão dos financiamentos e a capacidade das empresas de tomar crédito e do sistema financeiro de aumentar a oferta. Outro fator é a expansão do emprego formal e da massa salarial que, segundo ele, crescem juntamente com a produtividade.
Coutinho explicou que isso evita pressão de custos para as empresas. O presidente do BNDES também destacou que “o setor privado nunca esteve tão bem” e tem investido o lucro na produção.
Na avaliação de Luciano Coutinho, a política fiscal e monetária “está sendo acionada”. Quanto à política monetária, neste ano o Banco Central aumentou a taxa básica de juros (Selic) em um ponto percentual para conter a inflação.
Com relação à questão fiscal, o Ministério da Fazenda anunciou o aumento do superávit primário (economia que o governo faz para pagar dívidas) em 0,5 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país).
Segundo o presidente do BNDES, o Brasil pode passar por esse momento de alta de preços “sem sacrificar” a economia, mas apenas reduzindo “um pouquinho” o crescimento.
Coutinho explicou que a inflação mundial é conseqüência da alta dos preços do alimentos, do petróleo e outras commodities (bens primários com cotação internacional), além de movimentos especulativos.
Ele também citou o Plano Safra 2208/2009, Plano Agrícola e Pecuário 2008/2009, lançado ontem pelo governo (2). Para essa safra, está previsto um volume de crédito de R$ 78 bilhões, o que representa um incremento de R$ 8 bilhões em relação à safra 2007/2008.
Para Coutinho, o plano vai assegurar a oferta de produtos no país e também no mundo, “uma vez que o Brasil é um grande exportador”. “O Brasil pode transformar esse estresse em uma grande oportunidade”.
Agência Brasil
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