Enquanto isso, as duas sul-coreanas libertadas na segunda-feira, 13, pelos talibãs no Afeganistão chegaram a Seul
17/08/2007 09:13
O islamita ressaltou que isso significa que as negociações não serão retomadas imediatamente, embora não tenha descartado que durante esta sexta-feira, 17, as coisas possam mudar. "Os talibãs continuam insistindo na libertação de seus prisioneiros" mantidos em prisões afegãs, acrescentou o comandante islâmico.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), que intermedeia as discussões entre ambas as partes, informou nesta sexta-feira, 17, que "a probabilidade de discussões é muito pequena" nesta sexta-feira.
Enquanto isso, as duas sul-coreanas libertadas na segunda-feira, 13, pelos talibãs no Afeganistão chegaram a Seul, quase um mês depois de terem sido seqüestradas no país asiático, constatou um jornalista da AFP.
As imagens das redes de televisão sul-coreanas exibiam as duas mulheres visivelmente abatidas.
"Sinto muito por ter causado tanta preocupação à população", declarou Kim Kyung-Ja, de 37 anos.
"Espero que todos os reféns possam voltar para suas casas o quanto antes", acrescentou.
Após um encontro emocionado com seus familiares no aeroporto internacional de Seul, Kim Kyung-Ja e Kim Gi-Na, de 32 anos, serão submetidas a exames médicos no hospital militar de Bundang, ao sul da capital sul-coreana, segundo a agência Yonhap.
Ambas faziam parte de um grupo de 23 evangélicos sul-coreanos seqüestrados pelos talibãs no dia 19 de julho no sul do Afeganistão.
Os islamitas mataram, em 25 e 30 de julho, dois dos reféns, dois homens entre os quais se encontrava o chefe do grupo da igreja presbiteriana Saem-Mul, mas libertaram no dia 13 de agosto, "incondicionalmente" e "como gesto de boa vontade", as duas mulheres, que estavam doentes.
AFP