19/07/2008 00:37
> As duas primeiras prisões foram efetuadas no dia 27, na BR-116. Alex "Gardenal" havia fugido da prisão no dia 20 de maio e estava em um corsa junto com dois homens e uma mulher. Houve troca de tiros com a Polícia. Dos três comparsas, apenas um, Paulo Henrique Oliveira dos Santos (conhecido como Sassá), sobreviveu e foi preso. Ele também tem envolvimento no seqüestro. Os outros dois morreram na hora. Gardenal foi encaminhado ao Instituto Doutor José Frota (IJF), onde está até hoje. Acredita-se que as pessoas que morreram no confronto também estavam envolvidas no seqüestro do adolescente.
> A terceira prisão foi do Francisco Márcio Teixeira Perdigão, que saiu do presídio no dia 25 de junho e, no dia seguinte, já participou do seqüestro fornecendo parte das armas e dos coletes. Com a prisão de Célio da Silva Vieira (Tafarel), homem de confiança do Genério, cabeça do grupo, a Polícia chegou aos cativeiros.
> A família da vítima não quis participar das investigações. "Esse é um dos crimes que mais traumatizam não só a vítima como a família. Nós estamos administrando isso para num momento oportuno sabermos como foi resolvido o seqüestro", disse o delegado Luiz Carlos Dantas. De acordo com Jaime Pessoa, A Polícia ainda não conversou com o adolescente. "Nós estamos dando tempo. A gente sabe que traz um trauma, um choque", disse.
> Ele disse ainda que o compromisso da DAS era com a identificação e prisão imediata dos bandidos. "Agora, nós estamos buscando formalizar tudo, para fornecer à Justiça todas as respostas para que eles sejam condenados no final".
> O bando vai responder por formação de quadrilha, extorsão mediante seqüestro, porte de armas e crime organizado. Dos nove envolvidos que já estão presos, apenas três não estavam ontem na Superintendência da Polícia Civil: Solonildo de Oliveira da Costa, soldado que está preso no Presídio Militar; Alexandre de Souza Ribeiro, o "Alex Gardenal", que está no IJF; e Francisco Ediverto Amaro Honório, "Aleijado", que agiu de dentro do presídio.