Cidades
Editorial
Alerta contra a osteoporose
Além do aumento da população de idosos, outra situação preocupante é a incidência da doença nos homens que é uma realidade em constante avanço
18 Out 2008 - 19h54min
A Organização Mundial da Saúde (OMS) comemora amanhã o Dia Mundial da Osteoporose, data instituída como parte de uma ação que estabelece o período de 2000 a 2010 como a década do osso e da articulação. Doença geralmente vinculada a mulheres na pós-menopausa, a osteoporose tem como características a redução da quantidade e da qualidade da massa óssea levando ao aumento no risco de fraturas.
As principais fraturas costumam ocorrer na coluna vertebral, no quadril e nos pulsos. Ao se apresentar em pessoas com idade avançada, geralmente já com a estrutura óssea comprometida, a osteoporose geralmente leva a sérias complicações, como dores crônicas, dificuldade na locomoção, e conseqüente deterioração da qualidade de vida, sendo que em alguns casos, essas complicações podem evoluir até a morte do paciente.
Estatísticas da OMS apontam que 200 milhões de mulheres são acometidas pela doença em todo o mundo, sendo que 20% desse total morrem dentro do prazo de um ano após sofrer fraturas mais graves. O receio da OMS é justificado em relação ao problema, a partir de estudos apontando a expectativa do aumento de vida da população mundial, o que exigirá um cuidado redobrado das autoridades de saúde quanto ao perfil de público sujeito a ser atingido pela doença.
No Brasil, recente pesquisa do Projeto Educação Continuada em Doenças Osteometabólicas e Osteoarticulares, conduzido pela Unicamp junto ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), identificou que a expectativa de vida da população subiu para quase 73 anos em 2007, aumentando consideravelmente o número de idosos no País. Com isso, em pouco tempo, a faixa etária do brasileiro estará próxima dos países desenvolvidos. Hoje, a população de idosos brasileiros já atinge a marca de 20 milhões de pessoas, das quais aproximadamente 30% são possivelmente vítimas da doença.
Mas além do aumento da população mundial de idosos, outra situação preocupante é que se antes o público alvo de maiores cuidados era o feminino, agora já se sabe que a incidência da osteoporose nos homens é uma realidade em constante avanço. No Brasil, entre homens com 80 anos ou mais, o número de portadores da doença chega a 36,4%, enquanto o grupo com idade entre 50 e 59 anos apresenta índice de 11,6%. Resultado que só faz aumentar o cuidado que os órgãos de saúde devem ter em relação a questão.
Infelizmente, a ausência de sintomas é um agravante para se minorar o problema. O diagnóstico somente pode ser feito por meio da densitometria óssea, uma espécie de “radiografia” do corpo. Por isso, é importante que o próprio paciente se conscientize da necessidade de se submeter a exames preventivos a partir do período em que se começa a perda de massa óssea.
Só assim poderemos enfrentar esse problema a que nenhum de nós está isento de vir a ser acometido.
As principais fraturas costumam ocorrer na coluna vertebral, no quadril e nos pulsos. Ao se apresentar em pessoas com idade avançada, geralmente já com a estrutura óssea comprometida, a osteoporose geralmente leva a sérias complicações, como dores crônicas, dificuldade na locomoção, e conseqüente deterioração da qualidade de vida, sendo que em alguns casos, essas complicações podem evoluir até a morte do paciente.
Estatísticas da OMS apontam que 200 milhões de mulheres são acometidas pela doença em todo o mundo, sendo que 20% desse total morrem dentro do prazo de um ano após sofrer fraturas mais graves. O receio da OMS é justificado em relação ao problema, a partir de estudos apontando a expectativa do aumento de vida da população mundial, o que exigirá um cuidado redobrado das autoridades de saúde quanto ao perfil de público sujeito a ser atingido pela doença.
No Brasil, recente pesquisa do Projeto Educação Continuada em Doenças Osteometabólicas e Osteoarticulares, conduzido pela Unicamp junto ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), identificou que a expectativa de vida da população subiu para quase 73 anos em 2007, aumentando consideravelmente o número de idosos no País. Com isso, em pouco tempo, a faixa etária do brasileiro estará próxima dos países desenvolvidos. Hoje, a população de idosos brasileiros já atinge a marca de 20 milhões de pessoas, das quais aproximadamente 30% são possivelmente vítimas da doença.
Mas além do aumento da população mundial de idosos, outra situação preocupante é que se antes o público alvo de maiores cuidados era o feminino, agora já se sabe que a incidência da osteoporose nos homens é uma realidade em constante avanço. No Brasil, entre homens com 80 anos ou mais, o número de portadores da doença chega a 36,4%, enquanto o grupo com idade entre 50 e 59 anos apresenta índice de 11,6%. Resultado que só faz aumentar o cuidado que os órgãos de saúde devem ter em relação a questão.
Infelizmente, a ausência de sintomas é um agravante para se minorar o problema. O diagnóstico somente pode ser feito por meio da densitometria óssea, uma espécie de “radiografia” do corpo. Por isso, é importante que o próprio paciente se conscientize da necessidade de se submeter a exames preventivos a partir do período em que se começa a perda de massa óssea.
Só assim poderemos enfrentar esse problema a que nenhum de nós está isento de vir a ser acometido.
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